Big MEC

O Miguel escreve sem preocupação de exercício literário, sem pensar no que disse fulano e sem pensar no que fulano dirá. Não faz gestão da carreira. Vive afastado da luta para ser isto ou aquilo, para ganhar este ou aquele prémio

A grande ilusão de João Lourenço
17 de fevereiroSara Capelo

A grande ilusão de João Lourenço

Entrou com a promessa de reformador, mas a crise económica, a continuação dos abusos entre os poderosos e a violência policial durante a pandemia criaram um rasto de manifestações e mortes. O seu silêncio é entendido como cumplicidade.

25 de abril: um apóstolo do socialismo
13 de fevereiroJoão Pedro George

25 de abril: um apóstolo do socialismo

Agora sabemos que há, pelo menos, dois Megas: o propagandista do Estado Novo e o marxista-leninista do PREC; o negacionista de Wiriamu e o gestor cultural que navega nas turvadas águas do PS. A sua produção discursiva, antes e depois do 25 de Abril, demonstra de que lado sempre quis estar: do lado de quem tem o poder. No fim de contas, Mega limitou-se a mudar para que Mega pudesse ficar na mesma.

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Adolfo, gay, católico e quase candidato ao CDS
04 de fevereiroMargarida Davim

Adolfo, gay, católico e quase candidato ao CDS

É administrador da Galp, mas não tem Galp Frota. Publicou contos, mas sob pseudónimo. É um leitor ávido, mas adora a Eurovisão e a cor amarela. Tem um pé fora da política, mas galgou o aparelho.

O vírus do negacionismo

O negacionismo está profundamente relacionado com as mundividências dos seus defensores, assentes, geralmente, em visões da história e da realidade através das lentes das teorias da conspiração e em preconceitos pérfidos acerca do outro.

CDS: A “golpada” e a frente de resistência
29 de janeiroMargarida Davim

CDS: A “golpada” e a frente de resistência

CDS vai ter Conselho Nacional. Decisão foi tomada em noite longa, em que os próximos do líder analisaram o assalto ao poder e garantiram que não sairão sem dar luta.

Porto ou como derrotar Ventura
27 de janeiroMargarida Davim

Porto ou como derrotar Ventura

André Ventura teve no Porto o seu pior resultado nestas eleições presidenciais. Não só ficou em terceiro lugar como teve quase metade dos votos de Ana Gomes. Mas o que é que explica esta rejeição ao líder do Chega?

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