'Um astronauta não pode ter cáries'
27 de fevereiroLucília Galha

"Um astronauta não pode ter cáries"

Razão: no espaço não há assistência médica e uma dor de dentes pode dar bastantes problemas. A Agência Espacial Europeia vai recrutar novos astronautas e está à procura sobretudo de mulheres. A SÁBADO falou com Pedro Caetano, um dos dois médicos com formação em medicina aeroespacial em Portugal, para saber o que é preciso para se candidatar.

Refeições em vácuo? Não se está mal em casa
27 de fevereiroFilipa Teixeira

Refeições em vácuo? Não se está mal em casa

A Taberna Está-se Bem em Casa, no Porto, fez do vácuo o seu melhor aliado para entregar refeições ao domicílio. Não resisti a experimentar: fiz o milagre da multiplicação nas refeições e no final cruzei os talheres de satisfação.

Há uma nova forma de aspirar a casa
26 de fevereiroÂngela Marques

Há uma nova forma de aspirar a casa

A Miele criou um aspirador que podia ser da Apple - é elegante e foi pensado para o utilizador. Mas será que aspira bem?

Em Casa, mas ativo e saudável
26 de fevereiroÂngela Marques

Em Casa, mas ativo e saudável

Em confinamento, o bem-estar e o exercício físico são postos em risco. Mas não tem de ser assim: o GPS experimentou algumas das melhores aplicações para fintar neuras e ronhas.

Ralf Rothmann e 'o amor instrumentalizado para sobreviver'
24 de fevereiroPedro Henrique Miranda

Ralf Rothmann e "o amor instrumentalizado para sobreviver"

No seu primeiro livro editado em português, Morrer na Primavera, Ralf Rothmann insere num cenário universal – a Segunda Guerra Mundial – uma história profundamente pessoal do seu próprio passado.

Porque já defendem os especialistas a reabertura das escolas?
23 de fevereiroMariana Branco

Porque já defendem os especialistas a reabertura das escolas?

Portugal registava quase 14 mil casos no dia em que as escolas foram encerradas. Um mês depois, a média situa-se nos 1.500 casos diários nos últimos sete dias. Carta enviada ao Governo pede a reabertura das escolas, mas aumento de casos é provável.

Como Angola dominou os bancos portugueses
22 de fevereiroAntónio José Vilela

Como Angola dominou os bancos portugueses

O braço de ferro durou anos. Houve pressões, jogos de bastidores e muito dinheiro envolvido. Os milhões de Angola colocados na banca nunca tiveram uma origem bem definida: eram do Estado e de figuras poderosas do regime liderado por José Eduardo dos Santos. Estas são as histórias dos esquemas cruzados, offshores, lavagem de dinheiro e relações perigosas.

Naufrágio intelectual

A historiadora Bonifácio e a respectiva clientela da academia estão longe de poder ser consideradas uma escola de virtudes liberais. Sempre viveram à sombra e à custa da bananeira estatal, ao menos para manterem o seu prestígio e a sua importância na sociedade.

O estranho caso do agente desconhecido
20 de fevereiroNuno Tiago Pinto

O estranho caso do agente desconhecido

Um alegado empresário de jogadores foi acusado de corrupção por tentar subornar futebolistas para ganhar dinheiro em apostas. Está envolvido num outro processo por tráfico de pessoas.

Lisboa, um nó que a direita ainda não desatou
18 de fevereiroMargarida Davim

Lisboa, um nó que a direita ainda não desatou

Recusas, hesitações, cortes de relações. Já houve de tudo na procura de um adversário para Fernando Medina. Rui Rio e Francisco Rodrigues dos Santos têm um problema difícil para resolver e poucas soluções em cima da mesa, numa altura em que as estruturas locais de PSD e CDS já estão à beira de um ataque de nervos.

Os melhores alimentos para sobreviver ao inverno
17 de fevereiroSusana Lúcio

Os melhores alimentos para sobreviver ao inverno

Onze especialistas, entre nutricionistas, investigadores e psiquiatras, indicam à SÁBADO 80 alimentos com características diferentes e que o vão ajudar a aumentar a imunidade, a travar tumores, diminuir a ansiedade, regular o sono - e, claro, a controlar o peso.

A grande ilusão de João Lourenço
17 de fevereiroSara Capelo

A grande ilusão de João Lourenço

Entrou com a promessa de reformador, mas a crise económica, a continuação dos abusos entre os poderosos e a violência policial durante a pandemia criaram um rasto de manifestações e mortes. O seu silêncio é entendido como cumplicidade.

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