Espanha: uma eleição inconveniente
João Carlos Barradas

Espanha: uma eleição inconveniente

O primeiro-ministro Pedro Sánchez anunciou esta segunda-feira a convocação de eleições legislativas antecipadas. Espanha vai a votos para escolher o proximo governo a 23 de julho e não em dezembro quando estaria prevista a eleição. Qual o impacto da votação antecipada a presidência espanhola da União Europeia que arranca a 1 de julho?

Lula: cada qual no seu canto
João Carlos Barradas

Lula: cada qual no seu canto

A visão do presidente brasileiro em relação à guerra na Ucrânia tem como ponto base os negócios com a China e a Rússia. Assim, Lula muito fez para arrastar cada qual para seu canto, apesar da visita a Portugal e da ida ainda hoje para Espanha. Uma análise de João Carlos Barradas.

PCC, a sigla que mudou o crime no Brasil
Margarida Davim

PCC, a sigla que mudou o crime no Brasil

Começou por ser um sindicato de defesa dos presos, hoje é uma multinacional do narcotráfico. Dá apoios sociais a familiares de presos e criou uma ética no crime, mas usa métodos violentos. Se fosse uma empresa, era das maiores do Brasil em faturação.

Cimeira Ibero-Americana: a guerra fica longe
João Carlos Barradas

Cimeira Ibero-Americana: a guerra fica longe

Ao invés de Portugal, Espanha e Andorra, os principais países da América Central e da América do Sul evitam responsabilizar Moscovo pelo desencadear das hostilidades e esquivam-se, com excepção da Costa Rica e Equador, à aplicação de sanções à Rússia.

Almanaque: um hat-trick que demorou 76 anos a ser reconhecido
Carlos Torres

Almanaque: um hat-trick que demorou 76 anos a ser reconhecido

Sabia que até começar o Qatar 2022 já se tinham marcado 2548 golos em Mundiais, sendo 53 autogolos? E que o primeiro hat-trick da prova, logo em 1930, da autoria de um jogador dos EUA, só foi reconhecido pela FIFA dali a 76 anos, já o autor tinha morrido? E que uma previsão matemática aponta o Brasil como futuro campeão?

E se o Qatar organizasse o Mundial de futebol feminino?
Carlos Torres

E se o Qatar organizasse o Mundial de futebol feminino?

Desde 1994 (EUA) que a FIFA tem o objetivo de levar o futebol a zonas onde está pouco desenvolvido, tendo já organizado Mundiais na Ásia (2002) e na África (2010), chegando agora ao Médio Oriente. E se a contrapartida para a realização do Qatar 2022 (ao contrário das suspeitas de milhões em subornos) fosse a promoção do futebol feminino na zona? Isso sim, seria revolucionário.

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