Biden reconhece genocídio arménio de 1915
24 de abrilDiogo Barreto

Biden reconhece genocídio arménio de 1915

Quebrando uma tradição de meias palavras sobre o tema, o recém-eleito presidente norte-americano referiu-se ao massacre de 1,5 milhões de arménios no início do século XX como um genocídio.

O último nazi no Canadá
06 de abrilRicardo Santos

O último nazi no Canadá

Helmut Oberlander tem 97 anos e pertenceu a uma unidade de extermínio do Terceiro Reich durante a II Guerra Mundial. Está à beira de ser deportado do Canadá, depois de já ter perdido a cidadania do país. Diz que era apenas tradutor.

Angola, 15 de março de 1961: O mistério do telegrama desaparecido
14 de marçoAntónio Luís Marinho

Angola, 15 de março de 1961: O mistério do telegrama desaparecido

Na manhã de 15 de março, um ataque de populares africanos, dirigidos pela UPA, a dezenas de fazendas no norte de Angola, causou milhares de mortos, entre europeus e africanos, numa onda de extrema violência, que iria motivar uma resposta igualmente violenta.

Bastidores: Massacres em África

Nesta edição, levantamos um pouco o véu sobre a resposta brutal dos colonos portugueses aos ataques de 15 de março de 1961, em Angola, e contamos a história de alguns dos protagonistas de um período terrível da nossa História contemporânea

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Massacres em Angola: As milícias da vingança branca
10 de marçoTiago Carrasco

Massacres em Angola: As milícias da vingança branca

Os ataques da União dos Povos de Angola (UPA) contra os colonos portugueses, a 15 de março de 1961, não pouparam mulheres nem bebés. Centenas de colonos ficaram para se vingar. A SÁBADO teve acesso exclusivo a um diário de horrores e falou com as filhas do comandante das milícias, o enigmático Carvalho das Barbas. Uma história de terror a que alguns chamam de “sobrevivência” e outros de “genocídio”.

A guerra colonial não acabou

O debate sobre a guerra colonial não deve ser feito pela manipulação ideológica da esquerda ou da direita. Deve ser feito com mais rigor e menos subjetividade. Deve ser um debate de reconciliação entre portugueses, não de ódio e vingança

Um Funcionário Zeloso do Fascismo
07 de fevereiroJoão Pedro George

Um Funcionário Zeloso do Fascismo

Na mesma altura em que foi constituída, no âmbito do Comité dos 24 da ONU, a Comissão de Inquérito aos massacres de Moçambique, que confirmaria a veracidade dos acontecimentos, António Mega Ferreira continuava com a armadura ideológica do regime posta, não parava de produzir relatórios de contra-informação que atacavam as “manobras políticas e as conspirações de bastidores”.

Operação Marosca
30 de janeiroJoão Pedro George

Operação Marosca

A 16 de Dezembro de 1972, quatro caças-bombardeiros largaram várias bombas nas povoações de Wiriamu, Juwau e Chawola. Enquanto isso, cinco helicópteros desembarcavam quatro grupos da 6ª Companhia de Comandos, Grupos Especiais de Pára-quedistas, mercenários e agentes da PIDE/DGS, os quais cercaram as aldeias e desataram a metralhar os aldeões, incluindo mulheres e crianças.

A terceira vaga que ninguém viu

Por cá, ninguém antecipou a terceira vaga de contágios da Covid. A começar pelo Presidente da República, ninguém antecipou coisa nenhuma. Não sei o que é pior. Se a incapacidade de prever o óbvio - a terceira vaga - ou a uma governação por “sensação” que não conseguiu medir a necessidade de meios para fazer face à doença.

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