O que nos dizem as sondagens das eleições presidenciais?
14:00Diogo Camilo

O que nos dizem as sondagens das eleições presidenciais?

Alguns barómetros colocam Marcelo Rebelo de Sousa perto dos 70,35% conseguidos por Mário Soares em 1991, outros deixam-no abaixo dos 60% nas próximas eleições de 24 de janeiro. Saiba tudo sobre as sondagens já conhecidas - e o que as diferencia.

O Estado da exceção

Num País recheado de juristas, sejam eles com estudos ou de pacotilha, ninguém quer saber do primado da Lei. O que importa são as exceções. O Governo insiste, os letrados em Direito agradecem, a Covid-19 também. António Costa agrada a todos.

OntemMaria Henrique Espada

Tiago Mayan: "Não temo nenhum candidato"

O liberal em pré-campanha ainda admitia, se fosse Presidente, dar posse a um governo com apoio do Chega, apesar de não ter dúvidas em chamar-lhe "racista, xenófobo e troca-tintas". A entrevista dura ao candidato a Belém, na íntegra.

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Tiago Mayan: o liberal inexperiente mas sem papas na língua
OntemSara Capelo

Tiago Mayan: o liberal inexperiente mas sem papas na língua

O advogado entrou tímido na corrida, sem qualquer experiência com jornalistas. Distinguiu-se nos debates, chamou troca-tintas a Ventura. Quando a corrida terminar, volta a ser um "cidadão normal" que faz jardinagem.

O massacre de Wiriamu
OntemJoão Pedro George

O massacre de Wiriamu

Este ensaio faz parte de um livro a publicar pelo autor, na Penguin Random House, até final do ano e que se intitulará "O Império às Costas, Retornados, Racismo e Pós-Colonialismo". Com este trabalho, a SÁBADO inicia uma série “Guerra Colonial: 60 anos, 60 histórias”, que se prolongará até ao final do ano.

André Ventura: 'Acho que sou uma pessoa muito humilde'
OntemAlexandre R. Malhado

André Ventura: "Acho que sou uma pessoa muito humilde"

A bravata, os insultos aos adversários, a vitimização, os dinheiros do Chega e as ambições para o futuro: o candidato presidencial explicou-se numa extensa entrevista dura à SÁBADO, em dezembro, que agora publicamos na íntegra.

A terceira vaga que ninguém viu

Por cá, ninguém antecipou a terceira vaga de contágios da Covid. A começar pelo Presidente da República, ninguém antecipou coisa nenhuma. Não sei o que é pior. Se a incapacidade de prever o óbvio - a terceira vaga - ou a uma governação por “sensação” que não conseguiu medir a necessidade de meios para fazer face à doença.

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