25 de abril: um apóstolo do socialismo
13 de fevereiroJoão Pedro George

25 de abril: um apóstolo do socialismo

Agora sabemos que há, pelo menos, dois Megas: o propagandista do Estado Novo e o marxista-leninista do PREC; o negacionista de Wiriamu e o gestor cultural que navega nas turvadas águas do PS. A sua produção discursiva, antes e depois do 25 de Abril, demonstra de que lado sempre quis estar: do lado de quem tem o poder. No fim de contas, Mega limitou-se a mudar para que Mega pudesse ficar na mesma.

Um Funcionário Zeloso do Fascismo
07 de fevereiroJoão Pedro George

Um Funcionário Zeloso do Fascismo

Na mesma altura em que foi constituída, no âmbito do Comité dos 24 da ONU, a Comissão de Inquérito aos massacres de Moçambique, que confirmaria a veracidade dos acontecimentos, António Mega Ferreira continuava com a armadura ideológica do regime posta, não parava de produzir relatórios de contra-informação que atacavam as “manobras políticas e as conspirações de bastidores”.

Operação Marosca
30 de janeiroJoão Pedro George

Operação Marosca

A 16 de Dezembro de 1972, quatro caças-bombardeiros largaram várias bombas nas povoações de Wiriamu, Juwau e Chawola. Enquanto isso, cinco helicópteros desembarcavam quatro grupos da 6ª Companhia de Comandos, Grupos Especiais de Pára-quedistas, mercenários e agentes da PIDE/DGS, os quais cercaram as aldeias e desataram a metralhar os aldeões, incluindo mulheres e crianças.

O massacre de Wiriamu
21 de janeiroJoão Pedro George

O massacre de Wiriamu

Este ensaio faz parte de um livro a publicar pelo autor, na Penguin Random House, até final do ano e que se intitulará "O Império às Costas, Retornados, Racismo e Pós-Colonialismo". Com este trabalho, a SÁBADO inicia uma série “Guerra Colonial: 60 anos, 60 histórias”, que se prolongará até ao final do ano.

Morreu o arquiteto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles
11 de novembro de 2020Diogo Barreto

Morreu o arquiteto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles

O antigo ministro e fundador do Partido da Terra tinha 98 anos. Foi uma ativa voz na defesa dos espaços verdes na cidade de Lisboa, tendo assinado o projeto do Jardim Gulbenkian.

O outro Marcelo e a televisão
09 de agosto de 2020Eduardo Cintra Torres

O outro Marcelo e a televisão

Comunicar pelo ecrã é hoje banal, mas Caetano foi o primeiro governante a usar a RTP para falar ao País, em 1957. E 12 anos depois, a Conversa em Família seria o “instrumento” para tornar o “governo popular”.

Cuidados intensivos

Maus hábitos

Se partirmos do pressuposto de que a democracia liberal se sustenta sobre vários pilares – o sufrágio universal, o pluralismo partidário, a existência de uma assembleia representativa, etc. – a forma como Rio degrada o papel do parlamento, optando por uma visão cesarista da política, é um triste sintoma da nossa saúde democrática

Dia 36, o único primeiro Maio de unidade
02 de maio de 2020Eduardo Dâmaso

Dia 36, o único primeiro Maio de unidade

"O 1º de Maio sempre foi, para mim, uma data de liberdade não uma festa de lugar marcado. Como essa de 1975 e como esta, deste ano."

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A história dos primeiros soldados a embarcar para a Guerra do Ultramar
15 de fevereiro de 2020Marta Martins Silva

A história dos primeiros soldados a embarcar para a Guerra do Ultramar

Foram aclamados como heróis à chegada a Luanda, mas estavam mal preparados, não tinham equipamento adequado e nem sabiam bem o que estavam ali a fazer. Sobreviveram – a custo – sem saber que tinham à espera outra batalha para a vida: o regresso a casa.

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Diogo Freitas do Amaral, uma vida em tempos de revolução
25 de dezembro de 2019Marco Alves

Diogo Freitas do Amaral, uma vida em tempos de revolução

Veio de uma família rica e salazarista, estudou piano e adorava ralis e hipismo. Foi discípulo de Marcello Caetano e o 25 de Abril apanhou-o já com mulher e quatro filhos. Esta é a história privada e familiar de um homem certinho que teve coragem quando foi preciso.

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1973, o ano do último excedente orçamental
12 de dezembro de 2019Bruno Faria Lopes

1973, o ano do último excedente orçamental

O Governo prevê um excedente de 0,1% para 2019. A última vez foi há 46 anos. Uma viagem à gestão orçamental no fim da era dourada da economia e num regime autoritário que consagrou o equilíbrio das contas.

Relatório minoritário

Pequenas esperanças

Devem desculpar-se os que olham com fúria ou euforia a continuação ou o impedimento de António Costa, do seu governo e do seu programa. A verdade é que não passaram por grandes tragédias, limitando-se à inflamação num mundo de pequenas medidas, pequenos avanços, pequenos recuos, pequenos desesperos e pequenas esperanças

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