Marcelino da Mata, o comando que escapou a uma certidão de óbito por fuzilamento
14 de fevereiroEduardo Dâmaso

Marcelino da Mata, o comando que escapou a uma certidão de óbito por fuzilamento

Na morte de Marcelino da Mata regressa o seu mito mas também a memória dos comandos africanos deixados a morrer em Bissau, às mãos do PAIGC. Uma página de ignomínia na história portuguesa contemporânea, que permanece como uma ferida aberta, a que mais facilmente podemos chamar crime de guerra do que a qualquer operação dos comandos africanos feitas no teatro de um conflito que representou, mais do que qualquer outro, o estertor do império colonial português.

Um Funcionário Zeloso do Fascismo
07 de fevereiroJoão Pedro George

Um Funcionário Zeloso do Fascismo

Na mesma altura em que foi constituída, no âmbito do Comité dos 24 da ONU, a Comissão de Inquérito aos massacres de Moçambique, que confirmaria a veracidade dos acontecimentos, António Mega Ferreira continuava com a armadura ideológica do regime posta, não parava de produzir relatórios de contra-informação que atacavam as “manobras políticas e as conspirações de bastidores”.

Operação Marosca
30 de janeiroJoão Pedro George

Operação Marosca

A 16 de Dezembro de 1972, quatro caças-bombardeiros largaram várias bombas nas povoações de Wiriamu, Juwau e Chawola. Enquanto isso, cinco helicópteros desembarcavam quatro grupos da 6ª Companhia de Comandos, Grupos Especiais de Pára-quedistas, mercenários e agentes da PIDE/DGS, os quais cercaram as aldeias e desataram a metralhar os aldeões, incluindo mulheres e crianças.

O que nos dizem as sondagens das eleições presidenciais?
22 de janeiroDiogo Camilo

O que nos dizem as sondagens das eleições presidenciais?

Alguns barómetros colocam Marcelo Rebelo de Sousa perto dos 70,35% conseguidos por Mário Soares em 1991, outros deixam-no abaixo dos 60% nas próximas eleições de 24 de janeiro. Saiba tudo sobre as sondagens já conhecidas - e o que as diferencia.

O massacre de Wiriamu
21 de janeiroJoão Pedro George

O massacre de Wiriamu

Este ensaio faz parte de um livro a publicar pelo autor, na Penguin Random House, até final do ano e que se intitulará "O Império às Costas, Retornados, Racismo e Pós-Colonialismo". Com este trabalho, a SÁBADO inicia uma série “Guerra Colonial: 60 anos, 60 histórias”, que se prolongará até ao final do ano.

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