Napalm por terras de Santa Comba
OntemAntónio Araújo

Napalm por terras de Santa Comba

Testemunhos e documentos mostram que as Forças Armadas dispunham das bombas incendiárias nas então colónias. E até houve empresas portuguesas a entrar no negócio do fornecimento.

Operação Marquês: as defesas dos arguidos
08 de abrilAntónio José Vilela

Operação Marquês: as defesas dos arguidos

José Sócrates e os restantes arguidos querem anular provas para deitar abaixo o mais importante processo da história da democracia. A SÁBADO fez um mapa dos principais argumentos. Até à próxima sexta-feira, dia da decisão do juiz Ivo Rosa, a SÁBADO vai publicar vários textos que retratam o essencial da acusação e das defesas dos arguidos.

Hélder Bataglia, o homem que entregou Ricardo Salgado
08 de abrilNuno Tiago Pinto

Hélder Bataglia, o homem que entregou Ricardo Salgado

As declarações do empresário foram decisivas para a acusação a José Sócrates e ao banqueiro. Até à próxima sexta-feira, dia da decisão do juiz Ivo Rosa, a SÁBADO vai publicar vários textos que retratam o essencial da acusação e das defesas dos arguidos.

Operação Marquês: O dinheiro e o poder de mãos dadas
07 de abrilNuno Tiago Pinto

Operação Marquês: O dinheiro e o poder de mãos dadas

Segundo o Ministério Público, José Sócrates e Ricardo Salgado foram os expoentes máximos de várias pessoas que terão conspirado para usar os cargos que exerciam para se apoderarem de muitos milhões de euros. Até à próxima sexta-feira, dia da decisão do juiz Ivo Rosa, a SÁBADO vai publicar vários textos que retratam o essencial da acusação e das defesas dos arguidos.

Júlio César: “Namorei bastante, mas nem um terço do que se diz”
04 de abrilSónia Bento

Júlio César: “Namorei bastante, mas nem um terço do que se diz”

Nasceu em Chança, Alter do Chão e foi lá que começou a representar, aos 8 anos. Estreou-se como ator profissional ao lado de Raul Solnado e foi sempre um boémio - chegou a alugar um elétrico e desviou um autocarro. Depois de uma pausa, está ansioso por trabalhar.

Forças especiais. Como é viver na linha de fogo
19 de marçoLuís Francisco

Forças especiais. Como é viver na linha de fogo

Assegurou a segurança de visitantes ilustres, como a Rainha Isabel II, integrou missões de paz das Nações Unidas, esteve perto da morte várias vezes. António Duarte tem muitas memórias de uma vida de aventuras. Algumas ainda o atormentam.

Carvalho das Barbas: o comandante das milícias em Angola
18 de marçoTiago Carrasco

Carvalho das Barbas: o comandante das milícias em Angola

Carvalho das Barbas foi um herói para os brancos e um diabo para os negros. Jogava à bola com cabeças decepadas e há quem o acuse de ter usado câmaras de gás improvisadas. Trabalhava com a PIDE e os militares.

Guerra Colonial: As milícias da vingança branca
17 de marçoTiago Carrasco

Guerra Colonial: As milícias da vingança branca

Os ataques da União dos Povos de Angola (UPA) contra os colonos portugueses, a 15 de março de 1961, não pouparam mulheres nem bebés. Centenas de colonos ficaram para se vingar. A SÁBADO teve acesso exclusivo a um diário de horrores.

Angola, 15 de março de 1961: O mistério do telegrama desaparecido
14 de marçoAntónio Luís Marinho

Angola, 15 de março de 1961: O mistério do telegrama desaparecido

Na manhã de 15 de março, um ataque de populares africanos, dirigidos pela UPA, a dezenas de fazendas no norte de Angola, causou milhares de mortos, entre europeus e africanos, numa onda de extrema violência, que iria motivar uma resposta igualmente violenta.

IKOQWE: a dupla Luaty e Coquenão
10 de marçoPedro Henrique Miranda

IKOQWE: a dupla Luaty e Coquenão

Há anos a participar nos projetos um do outro, Pedro Coquenão e Luaty Beirão unem-se sob o nome IKOQWE, dupla que se estreia em disco com The Beginning, the Medium, the End and the Infinite na sexta, 5 de março.

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Massacres em Angola: As milícias da vingança branca
10 de marçoTiago Carrasco

Massacres em Angola: As milícias da vingança branca

Os ataques da União dos Povos de Angola (UPA) contra os colonos portugueses, a 15 de março de 1961, não pouparam mulheres nem bebés. Centenas de colonos ficaram para se vingar. A SÁBADO teve acesso exclusivo a um diário de horrores e falou com as filhas do comandante das milícias, o enigmático Carvalho das Barbas. Uma história de terror a que alguns chamam de “sobrevivência” e outros de “genocídio”.

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