Nuno Melo já tem equipa de estrelas
Margarida Davim

Nuno Melo já tem equipa de estrelas

O núcleo duro de Nuno Melo já está a preparar o plano para a sobrevivência do CDS. Sem Francisco Rodrigues dos Santos no caminho, alguns dos nomes mais fortes do partido estão com Melo para tentar salvar uma força política que já não tem assento no Parlamento.

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Nuno Melo: a guerra já se fez à estrada
Alexandre R. Malhado

Nuno Melo: a guerra já se fez à estrada

Portismo reincarnado? Não, é o “melismo”, diz o próprio. Nuno Melo anda num contrarrelógio contra o que diz ser o ambiente de “stasi” e vigilância interna criado pela direção. A SÁBADO foi atrás ele.

As sete vidas de Sebastião Bugalho
Alexandre R. Malhado

As sete vidas de Sebastião Bugalho

Jantava com Ventura, mas os convites vieram do PSD e do CDS. De algum CDS – o outro detesta-o. Combinou almoços com os quase colegas, recuou na hora H. Tem um processo por violência doméstica em curso.

Quem quer ser deputado do CDS?
Diogo Barreto

Quem quer ser deputado do CDS?

A renúncia de Ana Rita Bessa ao lugar de deputada abriu uma guerra de sucessão no partido liderado por Francisco Rodrigues dos Santos. Haverá alguém que queira sentar-se no grupo parlamentar centrista?

Sebastião Bugalho vai ser deputado do CDS
Diogo Barreto

Sebastião Bugalho vai ser deputado do CDS

O jovem vai substituir Ana Rita Bessa na bancada centrista. Isabel Galriça Neto era o nome que devia substituir Bessa, mas irá assumir a liderança da Assembleia Municipal de Lisboa.

CDS não vai defender exclusividade para deputados
Margarida Davim

CDS não vai defender exclusividade para deputados

Fórmula usada para contornar a inversão do ónus da prova no crime de enriquecimento ilícito levantou polémica no CDS. Mas a direção do partido não tem projeto para obrigar parlamentares a ficar em regime de exclusividade.

CDS está em 'primárias'. Isso muda alguma coisa?
Margarida Davim

CDS está em "primárias". Isso muda alguma coisa?

Os centristas estão a eleger delegados para o Conselho Nacional. E há quem olhe para as eleições como uma forma de começar a mexer na liderança. Na direção tenta-se manter a influência, na oposição interna fala-se numa "reconfiguração" do órgão que vota moções de censura e confiança ao líder.

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