América way of war

Como resultado, os Estados Unidos terão de alterar a maneira de fazer a guerra. Se existisse uma solução para o fim da ameaça terrorista transnacional, já teria sido implementada. Mantém-se o problema irresolúvel da impossibilidade de identificar o inimigo e da ambiguidade em formular uma contra narrativa ideológica. 

'A Al Qaeda e o Estado Islâmico estão à procura de oportunidades para regressar'
10 de setembroNuno Tiago Pinto

"A Al Qaeda e o Estado Islâmico estão à procura de oportunidades para regressar"

Foi dos primeiros agentes especiais do FBI a investigar a Al Qaeda e Osama bin Laden. Usou esses conhecimentos profundos para garantir a colaboração de suspeitos de terrorismo e obteve informações que poderiam ter evitado os atentados do 11 de Setembro - se a CIA tivesse partilhado informações. Garante que a tortura não funciona e explica como os grupos jihadistas cresceram em força.

Osama Bin Laden, o homem que odiava o Ocidente
09 de setembroCátia Bruno

Osama Bin Laden, o homem que odiava o Ocidente

Herdeiro de uma fortuna, em jovem era um deslocado na Arábia Saudita. O Afeganistão dar-lhe-ia um propósito, o Sudão cimentaria a ideologia. O fundamentalismo religioso marcou toda a sua vida. Quis mudar o mundo árabe através da jihad - mas acabou por moldar o mundo inteiro através da violência.

América come home! (II)

O erro estratégico da exportação da democracia, pelas piores razões, para o Iraque, tem repercussões estratégicas fatais, no teatro de guerra afegão. É neste contexto que o conflito se torna "americocêntrico", perdendo-se a bondade e a lógica da intervenção americana.

Afeganistão. O triunfo do Emirado
19 de agostoJoão Carlos Barradas

Afeganistão. O triunfo do Emirado

O caos no aeroporto de Cabul ficará como ícone de um abalo profundo à semelhança da evacuação de Saigão, em 1975, ou da invasão da embaixada em Teerão em 1979. O que espera os afegãos? A análise de João Carlos Barradas.

O fracasso ocidental no Afeganistão

A retirada americana significa um falhanço em toda a linha: não há democracia, não há paz, os talibãs regressam ao domínio total do país e o Ocidente deixa apenas uma administração corrupta que nunca conseguiu erguer-se, servir o povo e criar um país viável.

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