O retrato-robô do senhor eleitor
Bruno Faria Lopes

O retrato-robô do senhor eleitor

Os resultados de 2022 e as sondagens desde então mostram coisas que sabemos – como o domínio do PS nos reformados – e mudanças que ampliam a incerteza.

Eleições: por que falham (mais) as sondagens políticas?
Bruno Faria Lopes

Eleições: por que falham (mais) as sondagens políticas?

A forma como se tratam os indecisos, num eleitorado mais fragmentado, é “o” problema de quem faz e noticia sondagens - e, aqui, algo está a mudar a caminho das eleições de março. Mas há outros problemas, como o custo: um partido paga até quatro vezes mais por uma sondagem (interna) do que os media.

PS e PSD sobem nas intenções de voto
Diogo Barreto

PS e PSD sobem nas intenções de voto

O PS continua a ser o partido que venceria as eleições, mas o PSD está muito perto. Tanto Costa como Marcelo viram a sua popularidade diminuir.

Um partido vazio de ideias e de pessoas

No primeiro ano como presidente do PSD, Luís Montenegro foi incapaz de definir o que o partido representa, de enumerar um conjunto de bandeiras agregadoras ou de mostrar de forma clara e simples o que poderá fazer uma vez chegado ao poder.

Cuidados intensivos

Grandes esperanças

O seu plano para a paz, por baixo da retórica piedosa, limita-se a congelar o conflito e a permitir a Moscovo entrincheirar-se nas regiões ocupadas. Se Xi Jinping é a última esperança do Ocidente para a Ucrânia, podemos desde já começar a rezar pela Ucrânia.

A nova vida de Passos Coelho, o desejado
Maria Henrique Espada

A nova vida de Passos Coelho, o desejado

Prometeu à mulher que não voltava à política a sério antes de a filha ser mais crescida. Riu-se bastante com a manchete que lhe insinuava uma nova namorada. Adora dar aulas. Não se inibe nas conversas nem nos almoços. “Seria um imbecil” se o fizesse, costuma dizer. Nem faz planos nem diz nunca. Sofreu, mas às vezes canta. A família, a universidade e a política no quotidiano do ex-primeiro-ministro.

Cuidados intensivos

Política à portuguesa

O líder do Chega resolveu vergastar os mais pobres por usarem os apoios sociais em whisky, tabaco e droga. (...) No fundo, o mal de André Ventura foi ter escolhido os produtos errados. Tivesse ele dito que os pobres abusavam das esmolas para gastar em raspadinhas e tudo lhe seria perdoado

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