O estranho acórdão do Constitucional que ajudou José Sócrates
OntemCarlos Rodrigues Lima

O estranho acórdão do Constitucional que ajudou José Sócrates

Segundo o Tribunal Constitucional, o prazo de prescrição do crime de corrupção começa a contar quando há uma promessa e não com a entrega de dinheiro. O Supremo Tribunal de Justiça diz que tal leitura abre a porta à impunidade.

Ivo Rosa: O juiz no seu domínio
09 de abrilDiogo Barreto

Ivo Rosa: O juiz no seu domínio

O juiz de instrução criminal vai decidir quem vai a julgamento na Operação Marquês. De jovem que tratava dos animais na quinta a juiz num tribunal internacional, este é o percurso do homem que será o centro das atenções esta sexta-feira.

Operação Marquês: as defesas dos arguidos
08 de abrilAntónio José Vilela

Operação Marquês: as defesas dos arguidos

José Sócrates e os restantes arguidos querem anular provas para deitar abaixo o mais importante processo da história da democracia. A SÁBADO fez um mapa dos principais argumentos. Até à próxima sexta-feira, dia da decisão do juiz Ivo Rosa, a SÁBADO vai publicar vários textos que retratam o essencial da acusação e das defesas dos arguidos.

Portugal 'comprou' voto para Vitorino na Organização das Migrações
08 de abrilNuno Tiago Pinto

Portugal "comprou" voto para Vitorino na Organização das Migrações

Para que o representante de São Tomé e Príncipe pudesse votar em António Vitorino para diretor-geral da Organização Internacional das Migrações, o governo pagou a estadia e despesas do diplomata na Suíça. A irregularidade foi detetada pela inspeção do MNE.

Do Monte Branco ao alvo José Sócrates
08 de abrilAntónio José Vilela

Do Monte Branco ao alvo José Sócrates

A mudança na hierarquia da justiça coincidiu com o início formal do processo que visou Sócrates. Mas a investigação já estava há muito lançada. Até à próxima sexta-feira, dia da decisão do juiz Ivo Rosa, a SÁBADO vai publicar vários textos que retratam o essencial da acusação e das defesas dos arguidos.

O político que disse 'eu demito-me': Jorge Coelho (1954-2021)
07 de abrilMaria Henrique Espada

O político que disse "eu demito-me": Jorge Coelho (1954-2021)

Coelhone, bombeiro, todo-o-terreno, todo-poderoso, king-maker, o Jorge: acumulou alcunhas, poder, mas cultivou sempre a proximidade de homem do povo. Em todas as conversas dizia "o meu caro amigo". Fez de tudo: manobras de bastidores e discursos inflamados. Mas numa noite de março de 2001 demitiu-se e esse gesto definiu-lhe a carreira. Morreu esta quarta-feira.

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