Marte:  Últimos episódios da maior série de ficção de sempre
27 de fevereiroPaulo Barriga

Marte: Últimos episódios da maior série de ficção de sempre

É hora de ponta em Marte. Por esta altura, três missões espaciais “acotovelam-se” em torno do planeta vermelho. Objetivo, desvendar um dos mais intrigantes e persistentes enigmas da história da humanidade: a existência de vida extraterrestre.

O 4 de fevereiro em Angola: a história de uma conspiração
22 de fevereiroAntónio Luís Marinho

O 4 de fevereiro em Angola: a história de uma conspiração

Há 60 anos, o assalto às prisões de Luanda falhou, mas tornou-se o símbolo do arranque da luta pela independência. A SÁBADO conta-lhe episódios desconhecidos, as superstições e os segredos dos preparativos. Parte 1.

O moralista

Nómadas do império

Não se trata da “hora mágica”, xamânica, de Terrence Malick (não há aqui tempo para epifanias); ou do céu de Turner, tingido de um laranja apocalíptico (não há aqui espaço para o luxo do fatalismo). Nomadland é um filme de uma intransigente independência

Partido que suspeitou de juíza condenado por litigância de má-fé
19 de fevereiroMargarida Davim

Partido que suspeitou de juíza condenado por litigância de má-fé

O Juntos Pelo Povo (JPP) da Maia pôs em causa a independência de uma juíza por ser irmã de um ex-vereador do PSD. O incidente de suspeição foi recusado e, agora, é o Supremo Tribunal Administrativo que condena o partido por litigância de má-fé.

Artistas ibéricos unidos. Afinal o que se passa com Pablo Hasél?
19 de fevereiroMariana Branco

Artistas ibéricos unidos. Afinal o que se passa com Pablo Hasél?

Rapper catalão foi condenado a nove meses de prisão pelo que a justiça considerou ser injúrias à monarquia e glorificação do terrorismo. Nas ruas de Espanha há protestos de apoio a Hasél e em Portugal foi criado um manifesto.

A grande ilusão de João Lourenço
17 de fevereiroSara Capelo

A grande ilusão de João Lourenço

Entrou com a promessa de reformador, mas a crise económica, a continuação dos abusos entre os poderosos e a violência policial durante a pandemia criaram um rasto de manifestações e mortes. O seu silêncio é entendido como cumplicidade.

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Os boys que o PS colocou na máquina da Segurança Social
15 de fevereiroMaria Henrique Espada

Os boys que o PS colocou na máquina da Segurança Social

O Governo varreu, sem exceção, todos os diretores distritais que encontrou em funções. Trocou-os, a bem ou a mal, por próximos do PS. Só uma coisa ainda não mudou aqui: não se abdica do domínio do aparelho. Retrato à lupa da vassourada.

Marcelino da Mata, o comando que escapou a uma certidão de óbito por fuzilamento
14 de fevereiroEduardo Dâmaso

Marcelino da Mata, o comando que escapou a uma certidão de óbito por fuzilamento

Na morte de Marcelino da Mata regressa o seu mito mas também a memória dos comandos africanos deixados a morrer em Bissau, às mãos do PAIGC. Uma página de ignomínia na história portuguesa contemporânea, que permanece como uma ferida aberta, a que mais facilmente podemos chamar crime de guerra do que a qualquer operação dos comandos africanos feitas no teatro de um conflito que representou, mais do que qualquer outro, o estertor do império colonial português.

Um Funcionário Zeloso do Fascismo
07 de fevereiroJoão Pedro George

Um Funcionário Zeloso do Fascismo

Na mesma altura em que foi constituída, no âmbito do Comité dos 24 da ONU, a Comissão de Inquérito aos massacres de Moçambique, que confirmaria a veracidade dos acontecimentos, António Mega Ferreira continuava com a armadura ideológica do regime posta, não parava de produzir relatórios de contra-informação que atacavam as “manobras políticas e as conspirações de bastidores”.

A canalhice sem vacina

Esta geografia da canalhice não é um acaso. Ela é determinada pelo sentimento de pertença a uma elite que está no poder e que se está nas tintas para os outros, sejam cidadãos prioritários para receber a imunização ou não

Brexit: Um ano depois Reino Unido já sente os efeitos da saída
30 de janeiroLusa

Brexit: Um ano depois Reino Unido já sente os efeitos da saída

Mesmo finalizado um acordo que facilita o comércio sem quotas nem tarifas, têm-se multiplicado as queixas de empresas com os atrasos e custos das novas barreiras, como a necessidade de controlos sanitários, preenchimento de formulários e apresentação de declarações de importação e exportação. 

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