A grande ilusão de João Lourenço
17 de fevereiroSara Capelo

A grande ilusão de João Lourenço

Entrou com a promessa de reformador, mas a crise económica, a continuação dos abusos entre os poderosos e a violência policial durante a pandemia criaram um rasto de manifestações e mortes. O seu silêncio é entendido como cumplicidade.

Manuel Monteiro: “Lamento, mas pesado não é o mesmo que gordo”
17 de fevereiroMarco Alves

Manuel Monteiro: “Lamento, mas pesado não é o mesmo que gordo”

Autor, revisor linguístico e formador, lançou um livro sobre o Politicamente Correcto: como o Estado (e não só) está a entrar na vida dos cidadãos em seu nome e como foi usado pelos populistas como um inimigo, uma forma de censura para quem vem “dizer umas verdades”

25 de abril: um apóstolo do socialismo
13 de fevereiroJoão Pedro George

25 de abril: um apóstolo do socialismo

Agora sabemos que há, pelo menos, dois Megas: o propagandista do Estado Novo e o marxista-leninista do PREC; o negacionista de Wiriamu e o gestor cultural que navega nas turvadas águas do PS. A sua produção discursiva, antes e depois do 25 de Abril, demonstra de que lado sempre quis estar: do lado de quem tem o poder. No fim de contas, Mega limitou-se a mudar para que Mega pudesse ficar na mesma.

Operação Marosca
30 de janeiroJoão Pedro George

Operação Marosca

A 16 de Dezembro de 1972, quatro caças-bombardeiros largaram várias bombas nas povoações de Wiriamu, Juwau e Chawola. Enquanto isso, cinco helicópteros desembarcavam quatro grupos da 6ª Companhia de Comandos, Grupos Especiais de Pára-quedistas, mercenários e agentes da PIDE/DGS, os quais cercaram as aldeias e desataram a metralhar os aldeões, incluindo mulheres e crianças.

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