Tribunal de Contas já autorizou produção de cartões de ex-combatentes
10 de abrilLusa

Tribunal de Contas já autorizou produção de cartões de ex-combatentes

Na inauguração do memorial ao Combatente de Caldas das Taipas, Catarina Sarmento e Castro explicou que o TDC "pronunciou-se favoravelmente em relação ao contrato do Ministério da Defesa Nacional (MDN) com a Imprensa Nacional-Casa da Moeda, com vista à produção física e distribuição do cartão de Antigo Combatente e do cartão de Viúva ou Viúvo de Antigo Combatente".

Ivo Rosa: O juiz no seu domínio
09 de abrilDiogo Barreto

Ivo Rosa: O juiz no seu domínio

O juiz de instrução criminal vai decidir quem vai a julgamento na Operação Marquês. De jovem que tratava dos animais na quinta a juiz num tribunal internacional, este é o percurso do homem que será o centro das atenções esta sexta-feira.

Aly Silva: 'Cortaram-me a língua, mas pelo menos não cortaram toda'
10 de marçoLusa

Aly Silva: "Cortaram-me a língua, mas pelo menos não cortaram toda"

Aly Silva, que tem carteira profissional de jornalista de Portugal, disse que tem sido agredido por elementos do poder na Guiné-Bissau, pelo facto de apoiar abertamente Domingos Simões Pereira, candidato que disputou a segunda volta das eleições presidenciais de 2019.

Como Portugal ajudou a desmantelar uma rede jihadista europeia
18 de fevereiroNuno Tiago Pinto

Como Portugal ajudou a desmantelar uma rede jihadista europeia

Uma investigação iniciada em Portugal detectou uma célula do Estado Islâmico com ramificações em vários países europeus. O grupo estava a preparar um atentado seguindo instruções vindas da Síria e tinha ligações aos responsáveis pelos ataques de Paris e Bruxelas. Um dos elementos foi agora condenado a 30 anos de prisão, em França.

Marcelino da Mata, o comando que escapou a uma certidão de óbito por fuzilamento
14 de fevereiroEduardo Dâmaso

Marcelino da Mata, o comando que escapou a uma certidão de óbito por fuzilamento

Na morte de Marcelino da Mata regressa o seu mito mas também a memória dos comandos africanos deixados a morrer em Bissau, às mãos do PAIGC. Uma página de ignomínia na história portuguesa contemporânea, que permanece como uma ferida aberta, a que mais facilmente podemos chamar crime de guerra do que a qualquer operação dos comandos africanos feitas no teatro de um conflito que representou, mais do que qualquer outro, o estertor do império colonial português.

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