Napalm por terras de Santa Comba
08:00António Araújo

Napalm por terras de Santa Comba

Testemunhos e documentos mostram que as Forças Armadas dispunham das bombas incendiárias nas então colónias. E até houve empresas portuguesas a entrar no negócio do fornecimento.

Tribunal de Contas já autorizou produção de cartões de ex-combatentes
10 de abrilLusa

Tribunal de Contas já autorizou produção de cartões de ex-combatentes

Na inauguração do memorial ao Combatente de Caldas das Taipas, Catarina Sarmento e Castro explicou que o TDC "pronunciou-se favoravelmente em relação ao contrato do Ministério da Defesa Nacional (MDN) com a Imprensa Nacional-Casa da Moeda, com vista à produção física e distribuição do cartão de Antigo Combatente e do cartão de Viúva ou Viúvo de Antigo Combatente".

Júlio César: “Namorei bastante, mas nem um terço do que se diz”
04 de abrilSónia Bento

Júlio César: “Namorei bastante, mas nem um terço do que se diz”

Nasceu em Chança, Alter do Chão e foi lá que começou a representar, aos 8 anos. Estreou-se como ator profissional ao lado de Raul Solnado e foi sempre um boémio - chegou a alugar um elétrico e desviou um autocarro. Depois de uma pausa, está ansioso por trabalhar.

Carvalho das Barbas: o comandante das milícias em Angola
18 de marçoTiago Carrasco

Carvalho das Barbas: o comandante das milícias em Angola

Carvalho das Barbas foi um herói para os brancos e um diabo para os negros. Jogava à bola com cabeças decepadas e há quem o acuse de ter usado câmaras de gás improvisadas. Trabalhava com a PIDE e os militares.

Guerra Colonial: As milícias da vingança branca
17 de marçoTiago Carrasco

Guerra Colonial: As milícias da vingança branca

Os ataques da União dos Povos de Angola (UPA) contra os colonos portugueses, a 15 de março de 1961, não pouparam mulheres nem bebés. Centenas de colonos ficaram para se vingar. A SÁBADO teve acesso exclusivo a um diário de horrores.

Angola, 15 de março de 1961: O mistério do telegrama desaparecido
14 de marçoAntónio Luís Marinho

Angola, 15 de março de 1961: O mistério do telegrama desaparecido

Na manhã de 15 de março, um ataque de populares africanos, dirigidos pela UPA, a dezenas de fazendas no norte de Angola, causou milhares de mortos, entre europeus e africanos, numa onda de extrema violência, que iria motivar uma resposta igualmente violenta.

HBO: é também uma casa portuguesa, com certeza
14 de marçoÂngela Marques

HBO: é também uma casa portuguesa, com certeza

As salas de cinema estão fechadas mas, no seu sofá, o cartaz da plataforma de streaming HBO está pronto para lhe garantir as melhores matinês - e agora com mais de 30 títulos em português.

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Massacres em Angola: As milícias da vingança branca
10 de marçoTiago Carrasco

Massacres em Angola: As milícias da vingança branca

Os ataques da União dos Povos de Angola (UPA) contra os colonos portugueses, a 15 de março de 1961, não pouparam mulheres nem bebés. Centenas de colonos ficaram para se vingar. A SÁBADO teve acesso exclusivo a um diário de horrores e falou com as filhas do comandante das milícias, o enigmático Carvalho das Barbas. Uma história de terror a que alguns chamam de “sobrevivência” e outros de “genocídio”.

A guerra colonial não acabou

O debate sobre a guerra colonial não deve ser feito pela manipulação ideológica da esquerda ou da direita. Deve ser feito com mais rigor e menos subjetividade. Deve ser um debate de reconciliação entre portugueses, não de ódio e vingança

O 4 de fevereiro em Angola: a história de uma conspiração
22 de fevereiroAntónio Luís Marinho

O 4 de fevereiro em Angola: a história de uma conspiração

Há 60 anos, o assalto às prisões de Luanda falhou, mas tornou-se o símbolo do arranque da luta pela independência. A SÁBADO conta-lhe episódios desconhecidos, as superstições e os segredos dos preparativos. Parte 1.

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