O 4 de fevereiro em Angola: a história de uma conspiração
22 de fevereiroAntónio Luís Marinho

O 4 de fevereiro em Angola: a história de uma conspiração

Há 60 anos, o assalto às prisões de Luanda falhou, mas tornou-se o símbolo do arranque da luta pela independência. A SÁBADO conta-lhe episódios desconhecidos, as superstições e os segredos dos preparativos. Parte 1.

A grande ilusão de João Lourenço
17 de fevereiroSara Capelo

A grande ilusão de João Lourenço

Entrou com a promessa de reformador, mas a crise económica, a continuação dos abusos entre os poderosos e a violência policial durante a pandemia criaram um rasto de manifestações e mortes. O seu silêncio é entendido como cumplicidade.

Marcelino da Mata, o comando que escapou a uma certidão de óbito por fuzilamento
14 de fevereiroEduardo Dâmaso

Marcelino da Mata, o comando que escapou a uma certidão de óbito por fuzilamento

Na morte de Marcelino da Mata regressa o seu mito mas também a memória dos comandos africanos deixados a morrer em Bissau, às mãos do PAIGC. Uma página de ignomínia na história portuguesa contemporânea, que permanece como uma ferida aberta, a que mais facilmente podemos chamar crime de guerra do que a qualquer operação dos comandos africanos feitas no teatro de um conflito que representou, mais do que qualquer outro, o estertor do império colonial português.

Os 60 anos da Guerra Colonial
10 de fevereiroSÁBADO

Os 60 anos da Guerra Colonial

Jornalistas, ensaístas e historiadores vão passar pelas páginas e pelo site da SÁBADO, revelando novos factos sobre um marco na História contemporânea de Portugal.

Um Funcionário Zeloso do Fascismo
07 de fevereiroJoão Pedro George

Um Funcionário Zeloso do Fascismo

Na mesma altura em que foi constituída, no âmbito do Comité dos 24 da ONU, a Comissão de Inquérito aos massacres de Moçambique, que confirmaria a veracidade dos acontecimentos, António Mega Ferreira continuava com a armadura ideológica do regime posta, não parava de produzir relatórios de contra-informação que atacavam as “manobras políticas e as conspirações de bastidores”.

Operação Marosca
30 de janeiroJoão Pedro George

Operação Marosca

A 16 de Dezembro de 1972, quatro caças-bombardeiros largaram várias bombas nas povoações de Wiriamu, Juwau e Chawola. Enquanto isso, cinco helicópteros desembarcavam quatro grupos da 6ª Companhia de Comandos, Grupos Especiais de Pára-quedistas, mercenários e agentes da PIDE/DGS, os quais cercaram as aldeias e desataram a metralhar os aldeões, incluindo mulheres e crianças.

O massacre de Wiriamu
21 de janeiroJoão Pedro George

O massacre de Wiriamu

Este ensaio faz parte de um livro a publicar pelo autor, na Penguin Random House, até final do ano e que se intitulará "O Império às Costas, Retornados, Racismo e Pós-Colonialismo". Com este trabalho, a SÁBADO inicia uma série “Guerra Colonial: 60 anos, 60 histórias”, que se prolongará até ao final do ano.

A terceira vaga que ninguém viu

Por cá, ninguém antecipou a terceira vaga de contágios da Covid. A começar pelo Presidente da República, ninguém antecipou coisa nenhuma. Não sei o que é pior. Se a incapacidade de prever o óbvio - a terceira vaga - ou a uma governação por “sensação” que não conseguiu medir a necessidade de meios para fazer face à doença.

MP acusa suspeito da morte de Bruno Candé de homicídio por ódio racial
19 de janeiroSÁBADO

MP acusa suspeito da morte de Bruno Candé de homicídio por ódio racial

Evaristo Martinho, de 76 anos, assassinou Bruno Candé em plena via pública, em Lisboa, no mês de julho passado. Ministério Público provou expressões que o suspeito terá dito como "Vai para a tua terra, preto!" ou "Tens toda a família na senzala e devias também lá estar".

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