Napalm por terras de Santa Comba
OntemAntónio Araújo

Napalm por terras de Santa Comba

Testemunhos e documentos mostram que as Forças Armadas dispunham das bombas incendiárias nas então colónias. E até houve empresas portuguesas a entrar no negócio do fornecimento.

Os negócios imobiliários da Altice, do CEO e do amigo
31 de marçoAntónio José Vilela

Os negócios imobiliários da Altice, do CEO e do amigo

Foram vendidos quatro prédios em Lisboa por cerca de 15 milhões de euros. Os compradores têm ligações a um circuito empresarial montado em Braga, na Zona Franca da Madeira e no Dubai. E com relações ao empresário Hernâni Vaz Antunes, familiares e sócios. Na mesma altura, duas dessas empresas venderam uma moradia a Alexandre Fonseca e dois apartamentos a amigas íntimas de Hernâni e de Armando Pereira.

Carvalho das Barbas: o comandante das milícias em Angola
18 de marçoTiago Carrasco

Carvalho das Barbas: o comandante das milícias em Angola

Carvalho das Barbas foi um herói para os brancos e um diabo para os negros. Jogava à bola com cabeças decepadas e há quem o acuse de ter usado câmaras de gás improvisadas. Trabalhava com a PIDE e os militares.

Angola, 15 de março de 1961: O mistério do telegrama desaparecido
14 de marçoAntónio Luís Marinho

Angola, 15 de março de 1961: O mistério do telegrama desaparecido

Na manhã de 15 de março, um ataque de populares africanos, dirigidos pela UPA, a dezenas de fazendas no norte de Angola, causou milhares de mortos, entre europeus e africanos, numa onda de extrema violência, que iria motivar uma resposta igualmente violenta.

Gal Costa volta aos álbuns com Nenhuma Dor
13 de marçoFilipa Teixeira

Gal Costa volta aos álbuns com Nenhuma Dor

O novo trabalho da cantora baiana é composto por dez versões de alguns dos seus maiores êxitos, regravados ao lado de uma nova geração de cantores brasileiros (e não só).

A irmã do rei e Salazar: “O telefone do meu quarto tem o número 842021”
10 de marçoMarco Alves

A irmã do rei e Salazar: “O telefone do meu quarto tem o número 842021”

Durante 28 anos, Filipa de Bragança combinou encontros com Salazar, pediu favores para amigos, para a Casa Real e para D. Duarte Pio. As cartas que escreveu ao ditador revelam uma grande cumplicidade e intimidade (inclusive com indicações para ele lhe ligar para o quarto às 23h), e quando Salazar morreu tentou desesperadamente reavê-las. O que se passou entre os dois?

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