Palhinha: O betinho que em campo se transforma num monstro
11 de abrilCarlos Torres

Palhinha: O betinho que em campo se transforma num monstro

No Sacavenense, em miúdo, era muito recatado e betinho, mas "chegava ao campo e transformava-se num monstro". João Palhinha festejava os golos com um salto mortal, quis jogar depois da morte do avô, foi recusado pelo Benfica e agora brilha no Sporting.

Do Monte Branco ao alvo José Sócrates
08 de abrilAntónio José Vilela

Do Monte Branco ao alvo José Sócrates

A mudança na hierarquia da justiça coincidiu com o início formal do processo que visou Sócrates. Mas a investigação já estava há muito lançada. Até à próxima sexta-feira, dia da decisão do juiz Ivo Rosa, a SÁBADO vai publicar vários textos que retratam o essencial da acusação e das defesas dos arguidos.

Operação Marquês: O trajeto do dinheiro e a loja de Francisco Canas
07 de abrilAntónio José Vilela

Operação Marquês: O trajeto do dinheiro e a loja de Francisco Canas

Dois milhões de euros, pagos por Ricardo Salgado a José Sócrates, passaram pela loja de Zé das Medalhas. O esquema foi identificado no Monte Branco. Até à próxima sexta-feira, dia da decisão do juiz Ivo Rosa, a SÁBADO vai publicar vários textos que retratam o essencial da acusação e das defesas dos arguidos.

Ela arranjava sexo ao gosto do cliente
01 de abrilRita Bertrand

Ela arranjava sexo ao gosto do cliente

Os bordéis de meninas novas, geridos por uma empreendedora de meia idade, fazem parte do imaginário popular, mas baseiam-se em casos bem reais - como o de Madame Claude, agora em filme na Netflix.

Os grandes e maus negócios do Estado

Portugal não quer fazer o debate de como se ataca essa impunidade estrutural, sob nenhum ponto de vista. Prevalece no debate público esse monstro sagrado dos direitos fundamentais de qualquer cidadão perante o poder coativo da justiça chamado presunção de inocência.

Como funciona a empresa real britânica, SA
11 de marçoSónia Bento

Como funciona a empresa real britânica, SA

A família de Isabel II é conhecida como “A Firma” por movimentar milhões que vêm do aluguer de imóveis, de empresas de energia eólica ou de castelos. O património da Casa Real até tem conselho de administração. E os Windsor só custam a cada britânico 5 euros por ano.

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