Lisboa-Almada-Governo. Boys de Medina dão mais um saltinho
27 de junhoMarco Alves

Lisboa-Almada-Governo. Boys de Medina dão mais um saltinho

Só 31% dos assessores do ministro das Finanças têm formação/currículo na área (com Centeno eram 66%). Há uma razão: Medina está a rodear-se do pessoal que tinha na câmara de Lisboa e que estava em stand by na câmara de Almada (PS)

A Saúde não vai de férias

Ao contrário dos médicos a quem o Estado paga, e muito bem, o internato da especialidade, os enfermeiros são obrigados a pagar do seu próprio bolso; o Estado deve o pagamento de milhares de horas extraordinárias aos enfermeiros.

A SÁBADO é todos os dias: a polémica das ciclovias e as mulheres do Opus Dei
02 de junhoCarlos Torres

A SÁBADO é todos os dias: a polémica das ciclovias e as mulheres do Opus Dei

Da polémica ciclovia da Avenida Almirante Reis, em Lisboa, que agora deverá ser encolhida, até ao tema de capa da SÁBADO, hoje nas bancas – a vida das mulheres do Opus Dei –, passando pela Opinião da diretora da revista, Sandra Felgueiras, no seu editorial semanal, até ao regresso da banda Yeah, Yeah, Yeahs, são muitas as sugestões de leitura.

O 'desgoverno' das mudanças na ciclovia da Almirante Reis
02 de junhoMárcia Sobral

O "desgoverno" das mudanças na ciclovia da Almirante Reis

Carlos Moedas criticou Fernando Medina por ter avançado com a ciclovia "sem a divulgação prévia de estudos ou pareceres" mas os partidos da oposição acusam-no de ter feito exatamente o mesmo. Afinal que mudanças vão acontecer numa das principais artérias de Lisboa?

Há 20 novos radares em Lisboa. Saiba onde ficam
01 de junhoLusa

Há 20 novos radares em Lisboa. Saiba onde ficam

De acordo com o município, os novos aparelhos "são equipamentos modernos e com uma tecnologia mais atual, que possibilitam o controlo simultâneo de velocidade em várias vias e em ambos os sentidos", enquanto os radares antigos apenas permitem controlar a velocidade numa única via.

Cuidados intensivos

Contribuições para a paz

Nas últimas autárquicas, os motoristas lisboetas não estavam contentes. Pelo contrário: sempre que eu pronunciava o nome de Fernando Medina, eles puxavam pelo crucifixo e prometiam espetar-lhe uma estaca no coração. De olhos vidrados e espuma no canto da boca, repetiam maquinalmente: “Ciclovias! Ciclovias!”

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