A paródia do Zmar e os direitos humanos

Com a queda do BES, em 2014, o Novo Banco vendeu o Zmar por tuta e meia a um fundo-abutre e, agora, na insolvência, trava-se uma guerra de gente da mesma extração, basicamente vampiros de dinheiro fácil, gerado e pago pelo suor alheio. Têm pena dos senhores do Zmar? Eu não tenho.

O que é que não viram em Odemira?

O cultivo de frutos vermelhos em estufas tem vindo a provocar um grave dano ambiental, a impor um modelo económico centrado exclusivamente na ganância das empresas produtoras, das de angariação de trabalho e de prestação de serviços, quase todas com sede fora dos concelhos onde laboram.

A fábula do homem sem poder

Como é que um processo analisado e decidido favoravelmente por mais de 100 juízes dos tribunais da Relação, Supremo e Constitucional, em questões processuais e substantivas, estoira nas mãos de um juiz de instrução!?

Os dois cenários de Ivo Rosa

Ivo Rosa ou dissertará sobre a existência de abundante prova e enviará Sócrates a julgamento com todos os crimes com que chegou à instrução; ou concluirá que a acusação assenta essencialmente na presunção indiciária, portanto na chamada prova indireta, e até pode mandá-lo julgar, mas sem o fardo dos crimes de corrupção.

Os grandes e maus negócios do Estado

Portugal não quer fazer o debate de como se ataca essa impunidade estrutural, sob nenhum ponto de vista. Prevalece no debate público esse monstro sagrado dos direitos fundamentais de qualquer cidadão perante o poder coativo da justiça chamado presunção de inocência.

Desconfinar com os olhos em Itália

Não tenhamos ilusões: vai ser muito difícil regressar à normalidade que tínhamos em 2019, em grande parte devido ao prolongamento desta anormalidade pandémica, mas também porque os sinais que vêm da política e dos órgãos de soberania não são animadores

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