Maria de Belém e Adalberto Campos Fernandes: 'Vamos ter dias difíceis' com a pandemia
23 de novembro de 2021Lucília Galha

Maria de Belém e Adalberto Campos Fernandes: "Vamos ter dias difíceis" com a pandemia

Com os números de Covid-19 a aumentar, os dois antigos ministros da Saúde fazem um raio-X ao SNS e recordam: Portugal é dos países mais envelhecidos da Europa. Não poupam críticas: o País está refém das Finanças, o Governo não separou a política da saúde pública e ser moderado tornou-se um estigma.

Toda a investigação que levou à queda da família Berardo
08 de julho de 2021Ana Taborda

Toda a investigação que levou à queda da família Berardo

A descontração nesta foto é de um tempo em que o empresário usava drones para entregar prémios – agora, houve drones da PJ a vigiar os seus aliados, como o advogado André Luiz Gomes, e buscas a gabinetes de banqueiros, como Miguel Maya (BCP) e António Ramalho (Novo Banco), que foram mantidos sob escuta telefónica. Esta é a história de um processo e de um clã alvo da justiça.

AMT e Ana Paula Vitorino

Quando um governo nomeia um administrador com ligações partidárias está a minar, através da prática, o que a lei faz questão de assegurar – a separação entre o executivo e a autoridade de regulação.

Como Angola dominou os bancos portugueses
22 de fevereiro de 2021António José Vilela

Como Angola dominou os bancos portugueses

O braço de ferro durou anos. Houve pressões, jogos de bastidores e muito dinheiro envolvido. Os milhões de Angola colocados na banca nunca tiveram uma origem bem definida: eram do Estado e de figuras poderosas do regime liderado por José Eduardo dos Santos. Estas são as histórias dos esquemas cruzados, offshores, lavagem de dinheiro e relações perigosas.

25 de abril: um apóstolo do socialismo
13 de fevereiro de 2021João Pedro George

25 de abril: um apóstolo do socialismo

Agora sabemos que há, pelo menos, dois Megas: o propagandista do Estado Novo e o marxista-leninista do PREC; o negacionista de Wiriamu e o gestor cultural que navega nas turvadas águas do PS. A sua produção discursiva, antes e depois do 25 de Abril, demonstra de que lado sempre quis estar: do lado de quem tem o poder. No fim de contas, Mega limitou-se a mudar para que Mega pudesse ficar na mesma.

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