Luc Montagnier. Como um Nobel da Medicina virou costas à Ciência
30 de junhoDiogo Camilo

Luc Montagnier. Como um Nobel da Medicina virou costas à Ciência

Foi a primeira pessoa a identificar o HIV, vírus da SIDA. Um ano depois de receber o Nobel, "perdeu-se": defende radiação eletromagnética para curar doenças, antibióticos para curar autismo e até homeopatia. Sobre a covid-19, diz que o vírus foi criado pela China numa tentativa de fazer uma vacina contra o HIV e que foram as vacinas a criar as novas variantes.

O pântano corporativo

Os meios corporativos, todos sabemos, são hostis à extravagância dos indivíduos que insistem em manter o sentido da sua independência e que não andam de cócoras, que não pedem esmola à porta dos donos do dinheiro e não frequentem os saraus e as mesas dos grandes senhores.

Atriz Carmen Dolores vai dar nome a rua em Cascais
26 de marçoMarkus Almeida

Atriz Carmen Dolores vai dar nome a rua em Cascais

Pouco mais de um mês depois da morte da atriz, o Teatro Experimental de Cascais assinala o Dia Mundial do Teatro com inauguração da Rua Carmen Dolores. É já neste sábado, 27, às 21h30, na zona de Birre.

Carvalho das Barbas: o comandante das milícias em Angola
18 de marçoTiago Carrasco

Carvalho das Barbas: o comandante das milícias em Angola

Carvalho das Barbas foi um herói para os brancos e um diabo para os negros. Jogava à bola com cabeças decepadas e há quem o acuse de ter usado câmaras de gás improvisadas. Trabalhava com a PIDE e os militares.

Marcelino da Mata, o comando que escapou a uma certidão de óbito por fuzilamento
14 de fevereiroEduardo Dâmaso

Marcelino da Mata, o comando que escapou a uma certidão de óbito por fuzilamento

Na morte de Marcelino da Mata regressa o seu mito mas também a memória dos comandos africanos deixados a morrer em Bissau, às mãos do PAIGC. Uma página de ignomínia na história portuguesa contemporânea, que permanece como uma ferida aberta, a que mais facilmente podemos chamar crime de guerra do que a qualquer operação dos comandos africanos feitas no teatro de um conflito que representou, mais do que qualquer outro, o estertor do império colonial português.

25 de abril: um apóstolo do socialismo
13 de fevereiroJoão Pedro George

25 de abril: um apóstolo do socialismo

Agora sabemos que há, pelo menos, dois Megas: o propagandista do Estado Novo e o marxista-leninista do PREC; o negacionista de Wiriamu e o gestor cultural que navega nas turvadas águas do PS. A sua produção discursiva, antes e depois do 25 de Abril, demonstra de que lado sempre quis estar: do lado de quem tem o poder. No fim de contas, Mega limitou-se a mudar para que Mega pudesse ficar na mesma.

Putin, o Temível

O presidente russo tem posto em prática, na segunda década do séc. XXI, as novas formas de utilização do poder nacional, como nenhum outro líder ou estado ao nível mundial alguma vez pôs.

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