Refeições em vácuo? Não se está mal em casa
OntemFilipa Teixeira

Refeições em vácuo? Não se está mal em casa

A Taberna Está-se Bem em Casa, no Porto, fez do vácuo o seu melhor aliado para entregar refeições ao domicílio. Não resisti a experimentar: fiz o milagre da multiplicação nas refeições e no final cruzei os talheres de satisfação.

Rúben Amorim: O estagiário que mandava no balneário
21 de fevereiroCarlos Torres

Rúben Amorim: O estagiário que mandava no balneário

Começou a carreira de treinador no Casa Pia, em 2018, quando ainda nem tinha curso: mudou os horários, implantou banhos de gelo diários, usou as táticas de Jorge Jesus e, apesar das descascas, todos o adoravam – até pagou a renda da casa a um dos atletas.

Estes jornalistas portugueses venceram um Emmy
21 de fevereiroVanda Marques

Estes jornalistas portugueses venceram um Emmy

Entraram numa mina com 50 metros de profundidade para mostrar como o ouro suporta o sistema corrupto de Nicolas Maduro. A reportagem valeu-lhes a distinção.

As novas humoristas: saltar da comunicação para a comédia
18 de fevereiroLucília Galha

As novas humoristas: saltar da comunicação para a comédia

Aparecem menos na televisão, mas já não estão em menor número. Há cada vez mais mulheres no humor. São elas que dão piada a Ricardo Araújo Pereira ou que enchem salas de stand-up comedy. Só não podem (ainda) levar uma minissaia.

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A telescola é um problema? Autarcas inventam soluções
17 de fevereiroMargarida Davim

A telescola é um problema? Autarcas inventam soluções

Tardam em chegar às escolas os computadores prometidos pelo Ministério da Educação, há pais à beira de um ataque de nervos sobre como conciliar as aulas em casa com o teletrabalho. A escola à distância não está a ser fácil. Mas há juntas e câmaras a tentar ajudar. A SÁBADO recolheu alguns exemplos de norte a sul do país.

Marcelino da Mata, o comando que escapou a uma certidão de óbito por fuzilamento
14 de fevereiroEduardo Dâmaso

Marcelino da Mata, o comando que escapou a uma certidão de óbito por fuzilamento

Na morte de Marcelino da Mata regressa o seu mito mas também a memória dos comandos africanos deixados a morrer em Bissau, às mãos do PAIGC. Uma página de ignomínia na história portuguesa contemporânea, que permanece como uma ferida aberta, a que mais facilmente podemos chamar crime de guerra do que a qualquer operação dos comandos africanos feitas no teatro de um conflito que representou, mais do que qualquer outro, o estertor do império colonial português.

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