Lisboa, um nó que a direita ainda não desatou
18 de fevereiroMargarida Davim

Lisboa, um nó que a direita ainda não desatou

Recusas, hesitações, cortes de relações. Já houve de tudo na procura de um adversário para Fernando Medina. Rui Rio e Francisco Rodrigues dos Santos têm um problema difícil para resolver e poucas soluções em cima da mesa, numa altura em que as estruturas locais de PSD e CDS já estão à beira de um ataque de nervos.

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CDS: A teoria do cavalo de Tróia no Conselho Nacional
09 de fevereiroMargarida Davim

CDS: A teoria do cavalo de Tróia no Conselho Nacional

No rescaldo do Conselho Nacional, os próximos de Francisco Rodrigues dos Santos ainda analisam o que se passou na reunião em que Adolfo Mesquita Nunes desafiou o líder. No puzzle de factos e protagonistas, há quem veja uma tentativa de golpe encabeçada pelo Conselho de Jurisdição Nacional.

Chicão ganhou. E agora?
07 de fevereiroMargarida Davim

Chicão ganhou. E agora?

Houve psicodrama jurídico-estatutário, ataques de facção, portas escancaradas aos jornalistas e uma crise de identidade que não deve acabar já no CDS.

CDS: Chicão 1, Adolfo zero
06 de fevereiroMargarida Davim

CDS: Chicão 1, Adolfo zero

Filipe Anacoreta Correia fez o que nunca tinha sido feito: pôr a votos a ordem de trabalhos do Conselho Nacional. A estratégia deu a Francisco Rodrigues dos Santos o primeiro ponto, num jogo que ainda mal arrancou.

CDS: Conselho Nacional em clima de guerra total
06 de fevereiroMargarida Davim

CDS: Conselho Nacional em clima de guerra total

O Conselho Nacional do CDS arranca em clima de guerra total. Mas, para já, debatem-se questões jurídicas e não políticas. E Adolfo mudou de estratégia.

CDS: A “golpada” e a frente de resistência
29 de janeiroMargarida Davim

CDS: A “golpada” e a frente de resistência

CDS vai ter Conselho Nacional. Decisão foi tomada em noite longa, em que os próximos do líder analisaram o assalto ao poder e garantiram que não sairão sem dar luta.

André Ventura: 'Acho que sou uma pessoa muito humilde'
21 de janeiroAlexandre R. Malhado

André Ventura: "Acho que sou uma pessoa muito humilde"

A bravata, os insultos aos adversários, a vitimização, os dinheiros do Chega e as ambições para o futuro: o candidato presidencial explicou-se numa extensa entrevista dura à SÁBADO, em dezembro, que agora publicamos na íntegra.

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