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Portugal

Tancos: polícia infiltrado tentou comprar armas roubadas

16.02.2018 07:00 por Nuno Tiago Pinto
Um agente encoberto fez-se passar por um membro de uma facção do IRA para tentar comprar as armas roubadas do paiol de Tancos. DCIAP suspeita de ligação ao roubo das Glock da PSP.
Foto: João Santos
Foto: Rafael Marchante/Reuters
Tancos
Foto: José Neves

Tancos
Poucas semanas após o assalto aos Paióis Militares de Tancos, a Polícia Judiciária (PJ) e o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) puseram em marcha uma operação encoberta para tentar recuperar o armamento roubado. Para isso, ao que a SÁBADO apurou, terão recorrido a um polícia estrangeiro que se fez passar por membro de uma das várias facções do IRA (Exército Republicano Irlandês) interessado em comprar parte do arsenal furtado. No entanto, o contacto com um suspeito de ter alguma ligação aos responsáveis pelo assalto ocorrido entre 25 e 28 de Junho de 2017 foi infrutífero – e a operação acabou por fracassar.

Para chegarem a este contacto, os inspectores da Unidade Nacional Contra Terrorismo (UNCT) da PJ terão recorrido àquele que é considerado uma peça central no roubo: um informador da própria Judiciária, residente no Algarve e conhecido nos meios criminais pela capacidade em abrir todo o tipo de fechaduras.

Leia a reportagem completa na edição nº 720 da revista SÁBADO, esta quinta-feira, dia 15 de Fevereiro, nas bancas.

Capa n.º 720
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