Notícia

Operação Marquês

Sete dos arguidos tinham 22 contas na Suíça (nenhuma em nome de Sócrates)

11.10.2017 18:51 por Marco Alves
Veja a quem pertenciam as contas que serviram, segundo a acusação, para corromper Sócrates, Vara, Bava e Granadeiro. Veja o número das contas, a quem pertenciam e quando foram abertas
Foto: Sábado

A investigação identificou dezenas de contas na Suíça detidas pelos principais arguidos. Como era intenção de José Sócrates (e para isso serviria todo este esquema, segundo o despacho), nenhuma estava em nome do ex primeiro Ministro.

O primo de José Sócrates, José Paulo Pinto de Sousa, usou duas contas bancárias na UBS da Suíça. Essas contas foram "abertas em nome de sociedades pré-existentes e registadas em jurisdições off-shore."

José Paulo Pinto de Sousa

Hélder Bataglia usou cinco contas bancárias sediadas na UBS.

Hélder Bataglia
pub

Quanto a Ricardo Salgado, utilizou várias contas bancárias, "além de contas tituladas pela ES ENTERPRISES e pela ESI"

Ricardo Salgado

Zeinal Bava, CEO da Portugal Telecom, teve também as seguintes contas seguidas pela investigação. Usava-as "com vista a ocultação da sua origem, recebimento e motivos subjacentes a tais pagamentos" de Ricardo Salgado.

Zeinal Bava

Granadeiro teve a seguintes contas, com o mesmo fim das de Bava, segundo a acusação.

pub
Henrique Granadeiro

Joaquim Barroca teve três contas na Suíça. Estão no processo porque serviram essencialmente como plataforma de circulação de dinheiro.

Joaquim Barroca

Finalmente, Carlos Santos Silva, um dos principais arguidos do processo, teve as seguintes contas em seu nome na UBS.

Carlos Santos Silva
pub


pub
pub