Passos: "Não fomos nós que vendemos a alma ao diabo para governar"

Lusa 27 de setembro de 2017
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Antigo primeiro-ministro acusou o Governo de sacrificar a prestação de "serviços públicos essenciais" e defendeu que o PDS "tem uma abordagem totalmente diferente"

O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, acusou o PS de ter vendido a "alma ao diabo" para governar, referindo-se à coligação com BE, PCP e Verdes, e de apenas estar preocupado "com a sua sobrevivência política no dia a dia".

LUSA / MIGUEL A. LOPES
Num almoço de campanha com o candidato apoiado pelo PSD à Câmara Municipal de Coimbra, Jaime Ramos, Pedro Passos Coelho reiterou a acusação ao Governo de sacrificar a prestação de "serviços públicos essenciais", na saúde, educação, inovação mas também proteção civil, segurança ou defesa.

"Porque se sacrifica tanto nos serviços que se prestam às pessoas? Isso acontece quando os políticos só estão preocupados com a sua sobrevivência política no dia a dia", criticou o líder do PSD.

Passos Coelho defendeu que o seu partido "tem uma abordagem totalmente diferente", admitindo que talvez seja essa a razão pela qual o PS e o Governo têm acusado o PSD de falta de sentido de Estado.

"Não fomos nós que vendemos a alma ao diabo para governar, não fomos nós que andámos a fazer de conta que problemas como os da segurança ou do euro eram questões menores", afirmou.
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