Ministra vendeu ao pai as ações que tinha nas empresas familiares

Ministra vendeu ao pai as ações que tinha nas empresas familiares
Marco Alves 03 de outubro de 2019

Transação ocorreu há duas semanas e Graça Fonseca sai assim das duas empresas que assinaram contratos recentes com o Estado. Os outros acionistas são o irmão e a mãe.


Graça Fonseca já não é acionista das duas empresas de engenharia que detinha com a mãe, o pai e o irmão e que foram notícia no verão - no auge do chamado familygate - por terem assinado contratos com empresas públicas.

Segundo o Portal da Justiça, no dia 19 de setembro a ministra passou os €4.000 que detinha na Joule Projetos, Estudos e Coordenação para o pai, João Fernando Caetano Gonçalves. No mesmo dia, passou também os €80 que detinha na Joule Internacional Serviços de Engenharia.

Em ambas, a participação da ministra no capital social era de 8% (abaixo do máximo de 10% definido na Lei das Incompatibilidades dos Titulares de Cargos Políticos e Altos Cargos Públicos, de 2011). E em ambas as operações foi o pai a ficar com a participação da filha.

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