Milhões para Angola? Não, é tudo meu

Milhões para Angola? Não, é tudo meu
António José Vilela 24 de outubro de 2019

Nos tribunais portugueses, Álvaro Sobrinho aceitou que 3 milhões de euros fossem devolvidos a Luanda. Depois, voltou atrás e agora quer que o dinheiro não saia de Portugal.

É um dos casos mais rocambolescos da justiça portuguesa. Há cerca de nove anos, o Ministério Público (MP) e o Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC) arrestaram pouco mais de três milhões de euros ao então banqueiro luso-angolano Álvaro Sobrinho, suspeito de usar um circuito financeiro internacional para concretizar (juntamente com muitos outros envolvidos) uma megaburla a Angola.

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