Contrariando a tendência de crescimento dos últimos anos, o número de vagas em creches diminuiu este ano. Apenas metade das crianças até aos três anos tem lugar, o que preocupa as famílias que não têm sitio para deixar os filhos.
Segundo dados da "Carta Social", avançados esta segunda-feira pelo Jornal de Notícias, nos últimos anos registou-se em Portugal um aumento constante de vagas nas creches – tendência que se inverteu em 2018.
Enquanto em 2016 existiam 118 mil vagas – 74.340 em instituições financiadas em parte pelo Estado e 43.660 em creches privadas –, em Abril deste ano havia 114.108 lugares – 87.247 em creches públicas e 26.861 em privadas. O que significa que existem menos 16.799 lugares para crianças até aos três anos em privados.
Apesar de as vagas nas instituições financiadas pelo Estado terem aumentado, não chega para resolver o problema.
Ao jornal, a Associação de Creches e Pequenos Estabelecimentos de Ensino Particulares (ACPEEP) explicou que o sector teve dificuldade em resistir à crise e à concorrência. Desde 2009, quase 30% dos associados da ACPEEP fecharam. "As escolas solidarias recebem uma comparticipação e estão livres de impostos. Nós não custamos nada ao Estado e somos nós que fechamos", disse a responsável Manuela Silva.
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// Educação
A tendência de crescimento dos últimos anos inverteu-se, existindo este ano menos 16.799 lugares para crianças até aos três anos em privados.
Contrariando a tendência de crescimento dos últimos anos, o número de vagas em creches diminuiu este ano. Apenas metade das crianças até aos três anos tem lugar, o que preocupa as famílias que não têm sitio para deixar os filhos.
Segundo dados da "Carta Social", avançados esta segunda-feira pelo Jornal de Notícias, nos últimos anos registou-se em Portugal um aumento constante de vagas nas creches – tendência que se inverteu em 2018.
Enquanto em 2016 existiam 118 mil vagas – 74.340 em instituições financiadas em parte pelo Estado e 43.660 em creches privadas –, em Abril deste ano havia 114.108 lugares – 87.247 em creches públicas e 26.861 em privadas. O que significa que existem menos 16.799 lugares para crianças até aos três anos em privados.
Apesar de as vagas nas instituições financiadas pelo Estado terem aumentado, não chega para resolver o problema.
Ao jornal, a Associação de Creches e Pequenos Estabelecimentos de Ensino Particulares (ACPEEP) explicou que o sector teve dificuldade em resistir à crise e à concorrência. Desde 2009, quase 30% dos associados da ACPEEP fecharam. "As escolas solidarias recebem uma comparticipação e estão livres de impostos. Nós não custamos nada ao Estado e somos nós que fechamos", disse a responsável Manuela Silva.
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