Língua portuguesa é diferenciadora para quem a domina, diz Ministro da Educação

Lusa 07 de maio de 2019
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Para Tiago Brandão Rodrigues, a língua portuguesa "é, cada vez mais, além de uma língua comum, uma língua em crescimento".

O ministro da Educação de Portugal afirmou esta segunda-feira que o português é "uma língua internacional de trabalho, diferenciadora de quem a domina" e que esta é uma das razões para as Escolas Portuguesas no Estrangeiro serem tão procuradas.

tiago brandão rodrigues
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Tiago Brandão Rodrigues falava na cidade da Praia, em Cabo Verde, durante a sessão de encerramento do primeiro encontro anual das Escolas Portuguesas no Estrangeiro (EPE).

Para o ministro, a língua portuguesa "é, cada vez mais, além de uma língua comum, uma língua em crescimento".

"É uma língua internacional de trabalho, diferenciadora de quem a domina e por isso tantos e tantos países entendem que formar cidadãos na língua portuguesa é uma mais valia na sua relação internacional, nas suas relações económicas internacionais e na sua ação em países que falam português", afirmou.

Segundo Tiago Brandão Rodrigues, as EPE "refletem a política externa" portuguesa.

A ministra da Educação, Família e Inclusão Social cabo-verdiana, Maritza Rosabal, também presente nesta sessão de encerramento, enalteceu a cooperação entre Portugal e Cabo Verde.

O apoio português, afirmou, "permitiu ter novos programas e novas metodologias que têm garantido resultados muito positivos".

Maritza Rosabal reconheceu a importância da cooperação entre os dois países, em todos os meios, mas em especial na área da educação.

Os dois ministros estiveram juntos, segunda-feira, durante a assinatura da declaração de intenções conjunta relativa à implementação da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e do Plano Nacional de Leitura de Cabo Verde, que decorreu no Palácio do Governo, na Praia.

Tiago Brandão Rodrigues manteve, durante estes dois dias em que esteve em Cabo Verde, encontros com vários elementos do Governo, incluindo o Primeiro-Ministro, Ulisses Correia e Silva, e visitou hoje a Escola Portuguesa de Cabo Verde, uma das organizadoras do primeiro encontro das EPE.

Segundo o ministro, o chefe do executivo cabo-verdiano transmitiu-lhe o agrado pela realização deste encontro em Cabo Verde.

No final da cerimónia de encerramento do evento, foi anunciado que São Tomé e Príncipe irá acolher o próximo encontro das EPE.

Nas Escolas Portuguesas no Estrangeiro estudam cerca de 6.000 alunos e lecionam 500 professores.
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