Homicida de Bruno Candé não se mostra arrependido

Homicida de Bruno Candé não se mostra arrependido
SÁBADO 01 de agosto de 2020

“Em Angola, matei vários como este”, disse Evaristo Marinho, de 76 anos, à entrada da cadeia.

O silêncio a que se remeteu na segunda-feira, no Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa, e os contornos do crime que tinha cometido dois dias antes valeram-lhe a prisão preventiva. Evaristo Marinho, o auxiliar de enfermagem reformado, de 76 anos, que no dia 25 matou o ator Bruno Candé, de 39, com quatro tiros no centro de Moscavide (Loures), foi encaminhado para a prisão de Lisboa. 

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