Ex-mandatária do Chega quebra o silêncio: "Senti-me lesada na minha própria utopia"

Ex-mandatária do Chega quebra o silêncio: 'Senti-me lesada na minha própria utopia'
Alexandre R. Malhado 08 de janeiro

Numa publicação enigmática de dia 27 de dezembro, Sousa Uva fala de um "sonho" de um partido "que passou a pesadelo".

Não é novidade: Patrícia Sousa Uva demitiu-se de mandatária nacional do Chega, noticiou a SÁBADO em dezembro. O motivo? Na altura, a SÁBADO apurou que a ex-dirigente saiu em colisão com o partido — pela lei da rolha e por ser alvo de insultos pelo líder da distrital do Porto, José Lourenço, cuja falta de consequência a terá deixado revoltada. Contudo, Ventura tem vindo a negar essa justificação: às entrevistas presidenciais da SÁBADO e do jornal Observador disse que foi "por razões pessoais e familiares". Agora, pela primeira vez desde a demissão, Sousa Uva quebrou o silêncio — e confirmou que a saída do Chega não foi assim tão pacífica como o deputado único quer fazer parecer. 

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