Educação: Como é que uma reunião demorou seis horas?

Educação: Como é que uma reunião demorou seis horas?
Margarida Davim 20 de junho de 2018

Argumentos complexos, discussões em torno de actas, numa reunião sobre serviços mínimos que durou seis horas. A guerra entre Governo e professores também se faz disto.

É já na sexta-feira que acaba o prazo para Ministério da Educação e professores exponham os seus argumentos ao colégio arbitral que foi constituído na sequência de uma reunião que demorou seis horas só para definir o que se sabia à partida: o Governo quer impor serviços mínimos à greve das avaliações, os sindicatos estão contra.

Mas afinal o que é que levou a que fosse tão demorada a reunião de terça-feira na DGAEP (Direcção-geral da Administração e Emprego Público)?

A resposta está nas actas da reunião. Fontes presentes no encontro ouvidas pela SÁBADO explicam que foram precisas mais de duas horas só para chegar a um texto final de acta que satisfizesse todas as partes.

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