CDS: mais pequeno, mais pobre e mais magro

CDS: mais pequeno, mais pobre e mais magro
Sara Capelo 20 de janeiro de 2020

Com um terço da subvenção, partido está em ajustamento. Há sedes concelhias a fechar (ou a pensar nisso).


A Margem Sul é um território difícil para o CDS. Ali, desde a hecatombe de outubro (com um total nacional de 4,22% e menos 13 deputados) foram fechadas as sedes concelhias de Almada, Seixal, Montijo e Alcochete. Todas eram arrendadas, com o pagamento mensal a ser assegurado pela estrutura naiconal do partido, explica o presidente da distrital de Setúbal, João Viegas. 

Para continuar a ler
Já tem conta? Faça login
Investigação
Opinião Ver mais