Benfica queria ataque a autocarro investigado como terrorismo

Benfica queria ataque a autocarro investigado como terrorismo
Carlos Rodrigues Lima 01 de junho de 2020

Em dezembro de 2018, um veículo que transportava adeptos foi apedrejado na A1. Queixa ao MP incluía o terrorismo nos crimes, mas procurador descartou, alertando para a "banalização" da imputação


Três dias depois de um autocarro com adeptos ter sido apedrejado na A1 (a 23 de dezembro de 2018), o Benfica considerou, através de um comunicado ("Terrorismo sem perdão"), que os factos em causa eram semelhantes ao que se tinha passado, meses antes, na Academia do Sporting e que, em novembro daquele ano, tinham resultado numa acusação por terrorismo a Bruno de Carvalho. Na queixa formal para o Ministério Público, os encarnados insistiram na tese, mas a hipótese foi de imediato descartada por um procurador do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP).

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