As Caldas da Rainha recebem pessoas desde 1901

Tânia Pereirinha 16 de abril de 2017

Primeiro foi uma questão prática: a cidade termal estava cheia de hotéis e de camas para emprestar. Agora o cenário é diferente. E nem todos os casos são de sucesso

Como tudo, pode ser uma questão de perspectiva - e se há coisa que o estado actual do mundo pós-Trump propicia é a visão do copo mais cheio do que vazio no que toca a refugiados acolhidos em países amigos e apoiados por populações (maioritariamente) não chauvinistas. Ainda assim, e por muito que reconheça o bom trabalho do Governo português no que toca à criação de condições para a recepção da última vaga de refugiados no País (terão sido 720 em 2016), Filipe Vinhinha, técnico da Cruz Vermelha Portuguesa da delegação das Caldas da Rainha, responsável pelos três eritreus recebidos no município, diz que o pior ainda está por vir.

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