7 perguntas para o orçamento estado 2018
Francisco Miranda Rodrigues Bastonário da Ordem dos Psicólogos
18 de julho de 2017

7 perguntas para o orçamento estado 2018

"Não são necessárias remodelações (que servem para o novo Governante dizer que só agora entrou e precisa de tempo). É preciso assumir a responsabilidade pelas promessas feitas. É preciso respeitar as/os eleitoras/es a bem da democracia. É preciso cumprir com que é negociado a bem da confiança. É preciso agir já e passar das palavras ao actos!"

Fazendo desde já mea culpa pela adesão à moda dos títulos com números ao jeito de receitas para o sucesso, proponho que os/as cidadãos/cidadãs, psicólogos/as ou que usufruem e/ou pretendem usufruir de serviços de psicologia se questionem e reflictam se e em que medida, o orçamento de estado de 2018 virá dar resposta às seguintes questões:

         1.       Tendo em conta que é consensual a necessidade tomar medidas que garantam a sustentabilidade do SNS, que planos e acções concretas o governo propõe iniciar para a prevenção em saúde, nomeadamente nas doenças crónicas (diabetes, obesidade, ...) e em saúde mental (ansiedade, depressão, ...), enquanto grandes consumidores de recursos do SNS?

         2.       Na sequência da questão anterior, e uma vez que o compromisso de admissões de psicólogos no SNS em 2017 já dificilmente será cumprido (foi de 0 até ao momento), irá o governo emendar este erro de prioridades, e não só contratar os 55 prometidos (promessa repetida ao longo de todo o ano) para os cuidados de saúde primários mas também reforçar esse número, respeitando o compromisso de reforço gradual ao longo da legislatura?

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