Quando o populismo chega onde não deve chegar
José Pacheco Pereira Professor
19 de abril de 2020

Quando o populismo chega onde não deve chegar

Quando se começa a falar dos crimes e dos tipos de crimes, distinguindo-os não pelas penas, nem pela compulsividade gravosa, mas pelo brado público, está a perverter-se a justiça com a “opinião”, exactamente aquilo a que a lei é suposto ser imune

A libertação de cerca de 2.000 presos, sob diferentes formas e modalidades, é um típico pasto para o populismo. Mas convém lembrar que os presos cumprem uma pena, e nessa pena não se inclui a pena de morte para os mais velhos, nem terem doenças infecciosas para todos, ou seja uma pena de tortura. É uma medida sensata que tanto quanto me pude aperceber parece estar a ser tomada com todos os cuidados.

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