Evoluir. Acompanhar na Ação.
João Laborinho Lúcio
23 de dezembro de 2020

Evoluir. Acompanhar na Ação.

É sabido que os cenários de liderança isolada, sem envolvimento do conhecimento e sabedoria de todos, são potencialmente geradores de culturas tóxicas.

Depois da identificação, da prevenção e da geração de novas ideias e soluções (temas dos últimos três artigos), evoluir surge como a forma de acompanhar na ação e potenciar a continuidade da superação.

As pessoas, as equipas e as organizações movem-se em torno de objetivos, de objetivos com significado, que as façam trabalhar em cocriação em torno de processos que permitam a evolução constante. Para isso, definir e operacionalizar planos ajustados aos objetivos permite passar do potencial à concretização em tempo e espaço reais. A vida acontece num espaço e momento reais, fazendo parte dessa realidade a volatilidade, mutação e evolução constantes.

Ora, como tenho vindo a defender ao longo dos últimos artigos, o que faço em função do que vou assistindo nas empresas que melhor gerem os cenários de mudança e de evolução, a proximidade colaborativa, as dinâmicas de feedback e feedforward adaptadas à evolução do contexto, são um processo contínuo de estímulo e integração de conhecimento para a evolução e superação.

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