Investigação: parte dois
Nuno Tiago Pinto Chefe de redação
22 de janeiro de 2020

Investigação: parte dois

No segundo capítulo da grande investigação ao impacto do olival intensivo no Alentejo, revelamos as consequências ambientais que as fábricas de transformação de bagaço têm na região: da atmosfera gordurosa às aldeias cercadas por oliveiras

Depois de na semana passada ter explicado como seis grandes grupos controlados por fundos internacionais passaram a controlar a maioria do território irrigado pelo Alqueva, nesta edição o jornalista Paulo Barriga revela os perigos e as consequências ambientais da implantação do olival intensivo naquela área do Alentejo. Para esta investigação, o repórter visitou a aldeia de Fortes, onde foi instalada a fábrica de transformação do bagaço de azeitona da AZPO – Azeites de Portugal, localidade que está em permanência coberta por uma nuvem de gordura e onde em alguns dias é difícil respirar.

O repórter Paulo Barriga durante a visita à fábrica de tratamento do bagaço de azeitona, no Alvito

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