Procurador de Nova Iorque deixa cair parte das acusações de abuso sexual contra Weinstein

Carolina R. Rodrigues 11 de outubro de 2018

A decisão foi anunciada esta quinta-feira no tribunal: o júri decidiu não considerar as acusações de Lucia Evans, que garante que o antigo produtor a forçou a fazer sexo oral em 2004.

O procurador de Nova Iorque deixou cair um das seis acusações contra Harvey Weinstein, o ex-produtor de cinema acusado de múltiplos crimes de abuso sexual. A decisão foi divulgada esta quinta-feira no tribunal da cidade.

O júri encarregado do caso decidiu não considerar todas as alegações feitas por Lucia Evans, uma das três mulheres que estão a acusar Weinstein, de 66 anos. Ainda não foram relevadas as razões que motivaram esta decisão pela parte do júri, mas pode estar relacionado com o facto de a acusação ter encontrado mensagens que indicavam que a relação que esta mantinha com o produtor era sexual e consentida. Os textos estavam num antigo computador de uma empresa onde Evans trabalhou, de acordo com com o The New York Post. 

Numa história publicada pelos jornais The New York Times The New Yorker há um ano e um dia, Evans contou que a antiga figura proeminente de Hollywood forçou-a a fazer-lhe sexo oral no seu escritório em Tribeca durante uma reunião em 2004. Na altura, esta tinha 21 anos. 

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