Covid-19: Cristo Redentor de máscara para alertar população brasileira

Lusa 04 de maio de 2020
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"Uma vez mais o Cristo Redentor apresenta-se como o símbolo máximo na formação de uma consciência coletiva pela preservação da vida", afirma o santuário.

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A estátua do Cristo Redentor do Rio de Janeiro mostrou-se no domingo com máscara de proteção para alertar a população para o seu uso durante a epidemia da covid-19.

Fechado ao público desde meados de março, o principal monumento turístico do Brasil tem servido para transmitir mensagens de solidariedade para os funcionários da saúde brasileiros ou para outros países afetados pela covid-19.

Desta vez, o Cristo Redentor, situado no topo do morro do Corcovado, a 710 metros acima do nível do mar, "colocou" uma máscara de proteção sobre a boca e nariz para travar o contágio da doença.

Sobre o corpo de pedra foi projetado um coração vermelho coberto também com uma máscara, e abaixo podia ler-se "Máscara Salva".

A iniciativa decorre no âmbito de uma campanha sobre o usso de máscara de proteção, promovida por especialistas brasileiros para combater a epidemia.

"Uma vez mais o Cristo Redentor apresenta-se como o símbolo máximo na formação de uma consciência coletiva pela preservação da vida", de acordo com uma nota do santuário.

O estado do Rio de Janeiro, o terceiro mais populoso do Brasil, com cerca de 17 milhões de habitantes, é um dos mais atingidos no país com 1.019 mortos e 11.139 infetados, de acordo com o balanço divulgado no domingo pelo Ministério da Saúde brasileiro.

O Brasil regista já 7.025 mortos e 101.147 casos da covid-19.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 245 mil mortos e infetou mais de 3,4 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

Mais de um milhão de doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

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