61 anos depois, o mistério dos nove estudantes mortos na Sibéria foi resolvido

61 anos depois, o mistério dos nove estudantes mortos na Sibéria foi resolvido
Leonor Riso 13 de julho de 2020

As autoridades russas reabriram a investigação em fevereiro de 2019 ao incidente de Dyatlov Pass. Corpos foram encontrados sem línguas e olhos, e com fraturas.


61 anos depois, as autoridades russas deram uma explicação para a morte de nove estudantes enquanto faziam uma expedição de esqui na Sibéria. O incidente de Dyatlov Pass, em janeiro de 1959, inspirou documentários, livros e alimentou várias teorias da conspiração: de as mortes terem sido provocadas por extraterrestres, ou pelo Abominável Homem das Neves, ou deverem-se a um míssil soviético, a uma missão de espionagem ou a infrassons. 

Entre as nove vítimas, algumas tinham sofrido fraturas no crânio e no peito. A língua e os olhos de Lyudmila Dubinina, 21 anos, e Semen Zolotarev, de 38, tinham desaparecido. 

O grupo de estudantes do Instituto Politécnico de Ural era liderado por Igor Dyatlov, que tinha 23 anos. O objetivo do grupo era percorrer 220 quilómetros em esquis até ao monte Otorten. 

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