Ennio Morricone, o eterno mestre da banda-sonora (1928-2020)

Além de musicar os grandes filmes do seu tempo (e do nosso), foi trompetista, orquestrador e parte da vanguarda experimental da nova música clássica

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Ennio Morricone, o eterno mestre da banda-sonora (1928-2020)
Pedro Henrique Miranda 06 de julho de 2020
Roberto Serra - Iguana Press/Redferns

Poucos profissionais da indústria musical ou cinematográfica terão um currículo tão recheado de estrelas. Todos conhecemos a sua célebre ligação a Sergio Leone, parceria que produziu os maiores spaghetti westerns de sempre (além de Era Uma Vez na América, um clássico de seu próprio direito), ou, mais recentemente, a Quentin Tarantino, que o incluiu em Sacanas Sem Lei e Django Libertado e para quem compôs a banda sonora de Os Oito Odiados.

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