Crítica de teatro: Lear

Lear, o rei que enlouquece traído pelas filhas e que fala da essência do homem quando tudo perde, clássico de Shakespeare já muito encenado em Portugal, regressa ao D. Maria II pela mão de Bruno Bravo e dos Primeiros Sintomas, em versão bem distinta: Lear é mulher, a actriz Paula Só.

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Gisela Pissarra 02 de outubro de 2017
D.R.

Destacam-se a música, os coros, o uso da voz-off, os figurinos, a cenografia e o ambiente cinzento, onde se joga a perda do rei e dos que o rodeiam. Já as características da protagonista - que sabiamente não está "a fazer de homem", assumindo a sua persona - são discutíveis na adequação ao papel.

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