Crítica de cinema: Não Me Toques

Um híbrido entre o documentário e a ficção, com o foco na sexualidade, com o qual, segundo o crítico, é difícil empatizar

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Tiago Santos 21 de abril de 2019

A determinado momento de Não Me Toques, Laura Benson – a atriz/personagem/protagonista deste híbrido entre ficção e documentário que venceu o último Festival de Berlim – está em frente a um homem especialista em sadomasoquismo que lhe demonstra alguns exercícios práticos com potencial catártico. E, como esse perito da ligação entre a dor e o prazer usava um banal colete durante a cena, dei por mim a pensar quem terá sido o inventor dessa bizarra indumentária e se o seu impulso criativo nasceu do facto de sentir sempre frio no tronco mas calor nos braços.

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