Crítica de Cinema: Detroit

O filme de Kathryn Bigelow é "cinema imediato e relevante, um grito numa discussão que ainda está longe de terminar"

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Crítica de Cinema: Detroit
Pedro Marta Santos 16 de setembro de 2017

Não será arriscado dizer que Mark Boal mudou a carreira de Kathryn Bigelow. O jornalista que se transformou em argumentista assinou os seus três últimos filmes - Estado de Guerra, 00:30 - A Hora Negra e agora Detroit - e a realizadora americana encontrou o texto perfeito para o olhar musculado, visceral e realista que é agora quase a sua imagem de marca. São três projectos sobre zonas de guerra, mesmo se em contextos - sociais, políticos - diferentes.

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