Crítica de cinema: Underworld: Guerras de Sangue

O quinto filme da saga Underworld, com Kate Beckinsale e Theo James

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Tiago Santos 05 de dezembro de 2016

Quinto filme da saga Underworld que começou em 2003, Guerras de Sangue é como aquele convidado chato numa festa que organizámos em casa: já está meio com os copos, deixou de saber onde está e não percebe que a música parou de tocar há muito. Kate Beckinsale, que recentemente demonstrou todo o seu talento em Amor & Amizade, de Whit Stillman, continua no seu inferno particular de ser Selene, a Mercadora da Morte que luta contra os Licans, os lobisomens, mas também está em fuga dos vampiros porque todos querem o sangue da sua filha que é híbrida.

Cenas de acção genéricas, reviravoltas que procuram emoção e surpresa mas apenas provocam tédio, diálogos risíveis e ainda a ameaça de novos capítulos que se seguem. É um filme tão preguiçoso que nem sequer se esforça para explicar o que é feito dos Humanos. Preferiram ficar todos em casa a ver filmes melhores, calculo, talvez O Que Fazemos nas Sombras. Alguém que chame um táxi a Underworld, por favor. Já passa da hora e isto não vai melhorar.

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