Crítica de cinema: Planetário

A terceira longa-metragem de Rebecca Zlotowski é um fresco intimista sobre duas jovens norte-americanas na Europa dos anos 30, perdidas entre o mundo espírita e a ascensão do totalitarismo

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Crítica de cinema: Planetário
Pedro Marta Santos 25 de maio de 2017

Percebe-se a intenção de Rebecca Zlotowski, parisiense de 37 anos, na sua terceira longa-metragem: um fresco intimista sobre duas jovens norte-americanas na Europa dos anos 30, perdidas entre o mundo espírita e a ascensão do totalitarismo - tudo começa com esse expectante "Lembras-te?", no encadeado para um comboio em maquete, como nos clássicos, rumo a Paris, noite dentro. Laura (Natalie Portman, bela como se Joan Fontaine se confundisse com Louise Brooks) e Kate (a ainda incipiente Lily-Rose Depp) são as Barlow, videntes em tournée, a precisarem de dinheiro como de fantasmas.

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